Beverly Hills Cop II estreou em 1987 e desta vez foi realizado pelo Tony Scott, um gajo que sempre gostei de ver trabalhar. Continuam as "aventuras despropositadas" de Eddie Murphy, Judge Reinhold, John Ashton e Ronny Cox, que desta vez têm de enfrentar um violento grupo de assaltantes em Beverly Hills, encabeçado pelo carismático Jürgen Prochnow e pela escultural Brigitte Nielsen. E ainda há pelo meio uma presença de Hugh Hefner...
Tony Scott ainda consegue aguentar a história e as personagens neste segundo capítulo, mas como acontece (quase) sempre nas sequelas de grandes êxitos, está um furo abaixo do original. Não acrescenta nada mas também não tira nada. É tudo mais ou menos como o original... só que não é o original. Mas ainda é aceitável e suportável de se ver. ●●○○○
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Beverly Hills Cop é um filme de acção/comédia de Martin Brest, que saiu em 1984 para os cinemas e dispensa apresentações. Quem não conhece o Axel Foley, o detective espertalhão e mal amanhado de Detroit, que para tentar descobrir o assassino do seu colega de profissão, vai fazer a cabeça em água aos polícias engravatadinhos de Beverly Hills? Eddie Murphy, Judge Reinhold, John Ashton e Ronny Cox dão corpo a personagens tão fixes que ficaram até hoje. Mas ainda há Lisa Eilbacher, Steven Berkoff e Jonathan Banks em papéis secundários. Todas as personagens são muito bem conseguidas. Por exemplo, Bronson Pinchot, como Serge, o recepcionista gay de uma galeria de arte é uma personagem tão boa, tão completa, tão cómica, que deveria ter tido um filme só para ele. (mas teve uma série de tv mais tarde, vá lá...)
Beverly Hills Cop foi um sucesso estrondoso de bilheteira. É um filme despretensioso, com acção, cómico e fixe, como muitos dos filmes dos anos 80. Eram bons porque eram simples e genuínos. O pessoal que hoje em dia faz filmes de acção, deveria sentar-se um bocadinho e ver uns filmitos "menores" dos anos 80 para perceber que por vezes (quase sempre) menos é mais. Beverly Hills Cop é um exemplo disso.
Uma das coisas que mais falta sinto nos filmes actuais é uma particularidade dos filmes dos anos 80: a música original. Fosse qual fosse o filme, a produção tentava sempre arranjar um tema que fosse identificativo do próprio filme. Era obviamente uma forma de promoção, porque a música podia tornar-se um hit mesmo antes do próprio filme o conseguir. E reparando bem, quase todos os filmes de grande sucesso dos 80's têm a "sua" música associada, que por acaso ou não, são sempre fixes. Beverly Hills Cop não é excepção. A música original do filme ("Axel F" de Harold Faltermeyer) é tão icónica que ainda hoje é facilmente reconhecida. Toda a gente conhece a música do Beverly Hills Cop, não é verdade? Se calhar até é mais reconhecida que o próprio filme... Tal como a banda sonora, Beverly Hills Cop é um clássico pop que nunca vai ficar fora de moda. ●●●●○
Beverly Hills Cop foi um sucesso estrondoso de bilheteira. É um filme despretensioso, com acção, cómico e fixe, como muitos dos filmes dos anos 80. Eram bons porque eram simples e genuínos. O pessoal que hoje em dia faz filmes de acção, deveria sentar-se um bocadinho e ver uns filmitos "menores" dos anos 80 para perceber que por vezes (quase sempre) menos é mais. Beverly Hills Cop é um exemplo disso.
Uma das coisas que mais falta sinto nos filmes actuais é uma particularidade dos filmes dos anos 80: a música original. Fosse qual fosse o filme, a produção tentava sempre arranjar um tema que fosse identificativo do próprio filme. Era obviamente uma forma de promoção, porque a música podia tornar-se um hit mesmo antes do próprio filme o conseguir. E reparando bem, quase todos os filmes de grande sucesso dos 80's têm a "sua" música associada, que por acaso ou não, são sempre fixes. Beverly Hills Cop não é excepção. A música original do filme ("Axel F" de Harold Faltermeyer) é tão icónica que ainda hoje é facilmente reconhecida. Toda a gente conhece a música do Beverly Hills Cop, não é verdade? Se calhar até é mais reconhecida que o próprio filme... Tal como a banda sonora, Beverly Hills Cop é um clássico pop que nunca vai ficar fora de moda. ●●●●○
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