Julie & Julia é um cruzamento de duas histórias interligadas: da blogger Julie Powell (e do seu livro que deu origem a este filme), com a história do início de carreira da mítica "cozinheira" Julia Child. Para qualquer foodie, Julia Child é uma personagem obrigatória, assim como o seu livro "Mastering the Art of French Cooking". Apesar de separadas no tempo, as duas mulheres estão em situações pessoais semelhantes e partilham o mesmo amor pela culinária.
Não sou fã deste tipo de cinema mais "meloso". Tenho de admitir que só vejo comédias românticas se estiver engripado e não conseguir arrastar-me até ao comando da TV..., mas Julie & Julia até se aguenta bastante bem, principalmente porque está muito bem escrito e realizado por Nora Ephron, aqui no seu último trabalho.
Meryl Streep (num nível de representação excepcional), Amy Adams,
Stanley Tucci e Chris Messina fazem umas boas parelhas de actores.
E agora, como não podia deixar de ser, aquela previsível analogia entre filmes e comida: Julie & Julia não é um Beef Bourguignon, mas é uma Tarte de limão merengada muito saborosa, polvilhada com açúcar em pó, mas que nunca chega a ser enjoativa porque tem aquele bom e fresco aroma da raspa do limão. Está muito bem equilibrado e é refrescante. "Come-se" bem. ●●○○○
Uma gigantesca nave espacial, carregada com milhares de passageiros em hibernação, segue a caminho de uma colónia noutro planeta quando, na sua longa viagem de 120 anos, algo funciona mal e um dos passageiros é acordado 90 anos antes do previsto.
A premissa é muito boa, por isso justificou-se plenamente o hype em torno deste filme. A realidade é bem diferente.
Passengers, de Morten Tyldum, apesar de se passar no espaço, não é um filme de ficção científica. É mais uma espécie de romance futurista, que por acaso acontece no espaço. Nesse aspecto, desilude qualquer fã de ficção e defrauda um pouco as expectactivas criadas. Mas não é tão mau quanto parece, apesar de ter partes que parecem saídas de um filme da Disney...
Passengers "escapa" perfeitamente devido ao trabalho dos actores (Jennifer Lawrence, Chris Pratt, Michael Sheen [que parece saído do bar do "The Shining"], Laurence Fishburne [e Andy Garcia que apenas "aparece" por lá]), mas também pelo excelente tratamento visual e pela simplicidade do argumento.
Tenho de admitir que o que me prendeu mais em Passengers foi estar o tempo todo à espera do twist. Mas não houve twist. Devido à expectativa que se criou à volta do filme antes da estreia e das primeiras imagens que vi, esperava mais e melhor. Mas vê-se bem. ●●○○○
A premissa é muito boa, por isso justificou-se plenamente o hype em torno deste filme. A realidade é bem diferente.
Passengers, de Morten Tyldum, apesar de se passar no espaço, não é um filme de ficção científica. É mais uma espécie de romance futurista, que por acaso acontece no espaço. Nesse aspecto, desilude qualquer fã de ficção e defrauda um pouco as expectactivas criadas. Mas não é tão mau quanto parece, apesar de ter partes que parecem saídas de um filme da Disney...
Passengers "escapa" perfeitamente devido ao trabalho dos actores (Jennifer Lawrence, Chris Pratt, Michael Sheen [que parece saído do bar do "The Shining"], Laurence Fishburne [e Andy Garcia que apenas "aparece" por lá]), mas também pelo excelente tratamento visual e pela simplicidade do argumento.
Tenho de admitir que o que me prendeu mais em Passengers foi estar o tempo todo à espera do twist. Mas não houve twist. Devido à expectativa que se criou à volta do filme antes da estreia e das primeiras imagens que vi, esperava mais e melhor. Mas vê-se bem. ●●○○○

