Mostrar mensagens com a etiqueta Toni Collette. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Toni Collette. Mostrar todas as mensagens
O famoso escritor de livros de crime e mistério, Harlan Thrombey (Christopher Plummer) é encontrado morto na sua casa. Logo após fazer 85 anos, para grande surpresa de todos os familiares, ele suicida-se sem nenhuma razão aparente... Paralela e misteriosamente, o conhecido detective Benoit Blanc (Daniel Craig) é convencido por um desconhecido a resolver este enigma que parece mais um assassinato premeditado do que um suicídio casual. Começando com esta premissa, Blanc vai conhecendo aos poucos a família disfuncional do velhote. E, de repente, todos parecem de alguma forma culpados do suposto crime...
Knives Out é um filmito de detectives escrito e realizado por Rian Johnson - muito ao estilo de Hercule Poirot -, e é totalmente aceitável. Nada de novo, nada de muito surpreendente, mas muito aceitável. O enredo é algo básico e a partir de determinado momento até se torna previsível, mas consegue "agarrar". Os actores são todos muito bons (Chris Evans, Ana de Armas, Jamie Lee Curtis (que classe... uma lady em qualquer filme), Michael Shannon (sempre muitíssimo bem), Don Johnson (regressado ao mundo dos vivos...) e Toni Collette (nunca falha esta mulher...) e isso ajuda bastante. Só não percebi aquele sotaque estranho na personagem de Daniel Craig. Será para o descolar da pele de James Bond? Pois não sei... Knives Out tem o seu quê de inteligência e suspense, misturado com alguns momentos de comédia e por isso vê-se bem e não chateia. É esquecível, mas não chateia nada. ●●

Descobri que há duas formas de se ser enganado no cinema. A primeira é ir ver um daqueles filmes cujo trailer diz "totalmente inovador" ou "nunca se viu nada assim" e, quando se vê o filme, percebe-se que afinal é igual a tantos outros. A segunda forma é ir ver um filme de que pouco ou nada se conhece e depois de quase duas horas, ser totalmente surpreendido pelo final, ficando de boca aberta a olhar para os créditos a pensar: "como é que eu não percebi?"... É o caso de The Sixth Sense. Nunca me senti tão enganado. Mas no bom sentido. Não estava nada à espera do final. É quase como um passo de magia. Uma pessoa está tão distraída com os pormenores que não percebe que é tudo um truque. Brilhante. Nunca mais me esqueci do filme.
Um miúdo que consegue comunicar com espíritos recebe a ajuda de um psicólogo... Não vale a pena falar muito de The Six Sense. É um daqueles mega-sucessos (totalmente justificado) que toda a gente conhece. Assim como a frase icónica "I see dead people" que se tornou numa expressão pop.
É um excelente filme, excepcionalmente bem escrito, mas especialmente, por ser um filme diferente. Não encaixa bem em nenhum estilo ou classificação temática. Nem é um filme de acção, nem drama, nem de terror. É uma mistura de tudo e uma classe própria.. É um filme tipo "The Six Sense", lá está...
Metade dos louros vão direitinhos para o ilusionista M. Night Shyamalan. Aguentou espectacularmente o filme (e a magia) até àquele final irrepetível. É pena que tenha vindo sempre a decrescer desde então...
A outra metade vai para o miúdo, Haley Joel Osment, que é a "alma" do filme. É impressionante o encaixe dramático de um actor com tão pouca idade. Parece um adulto a representar dentro do corpo de um miúdo. Impressionante. Vão ser precisos mais 50 anos para encontrar outro igual. O casting secundário também ajuda: Bruce Willis (sim, secundário, porque o personagem principal é o Cole Sear), Toni Collette e Donnie Wahlberg dão suporte a uma história que ficou para a história.
Tenho pena que devido ao twist, The Six Sense só se possa ver uma vez com a intensidade da primeira. Mas mesmo assim é filme para se rever. ●●●●●

 
Copyright © 2015 todos os filmes que vi
Distributed By Gooyaabi Templates