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Após a explosão da sua lua Praxis, o Império Klingon encontra-se à beira do colapso. A única solução é a paz com a Federação dos Planetas Unidos. Kirk e a sua trupe irão mediar as negociações de paz, mas são enganados e envolvidos numa conspiração militarista que ameaça tornar-se numa nova guerra e eventualmente presos num planeta gelado. Star Trek VI: The Undiscovered Country não acrescenta muito ao historial da serie. Parece mais um episódio da série que propriamente um filme. Para além do pessoal do costume, que nitidamente já estava "velho demais para aquelas merdas" e farto daquele mesmo cenário de sempre da Entreprise, há também uma jovem Kim Cattrall, o Kurtwood Smith de sempre e um senhor do cinema que dá pelo nome de Christopher Plummer , mas que aqui decidiu disfarçar-se de klingon-pirata. Na cadeira do realizador, desta vez estava mesmo um realizador a sério (Nicholas Meyer) que curiosamente, abre e fecha o ciclo da trupe original do Star Trek. Foi uma viagem longa, desde os anos 60 até à década de 90. Por muito que não se goste dos filmes, há que reconhecer o impacto cultural da saga e a sua longevidade. Mas, sinceramente, acho que o "cansaço" já obrigava a uma paragem, ou pelo menos, a uma mudança. E foi exactamente isso que aconteceu a seguir. ●○○○○

Após o sucesso do primeiro Star Trek nas salas de cinema, a inevitável sequela: Star Trek II: The Wrath of Khan. Desta vez, James T. Kirk e a sua fiel tripulação da USS Enterprise, enfrentam Khan Noonien Singh, um humano geneticamente modificado que procura vingança, após escapar de um exílio forçado. Pelo meio há um poderoso dispositivo de terraformação chamado Gênesis, que tanto pode ser uma ferramenta de criação como de total destruição. No final chocante, Spock morre. Pronto. Já o disse. Estraguei tudo, não foi? Não há problema, ele depois volta. Isto é ficção científica "pura". Tudo é possível e tudo pode acontecer. Basta imaginar e os efeitos especiais vão logo a seguir... Apesar de ser obviamente posterior, Star Trek II parece ter sido feito anos antes do original. É muito mais fraquito e tem mais ar de série de TV do que filme. Mas isso dá-lhe uma familiaridade que estranhamente não desgostei. Para além da "equipa" do costume (William Shatner, Leonard Nimoy, DeForest Kelley, James Doohan, Walter Koenig, George Takei, Nichelle Nichols), detectei uma muito jovem Kirstie Alley e se alguém ainda não tinha reparado, o "másculo" (na altura, a definição visual de "másculo" era isto...) Khan é representado por Ricardo Montalban. Sim. Esse mesmo, o Roarke da Fantasy Island... ●●○○○


 
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