Para dar um pouco de descanso ao cérebro, esta semana só vou falar de uma chiclete: Power Rangers. Uns adolescentes (tinha de ser, pois o grupo etário consumidor deste tipo de produtos está na faixa dos 8-15 anos) descobrem umas pedras coloridas e todos ganham super-poderes numa altura em que o mundo corre perigo devido ao mau da fita (neste caso, "a" má da fita [parece que foi uma imposição do MLMC [Movimento Libertário das Mulheres no Cinema]) e aos fiéis monstros digitais que vêm junto.
Não sou conhecedor do "meio". Lembro-me vagamente de uma série de TV com monstros ridiculamente falsos, lutas de artes-marciais e umas fatiotas coloridas. Pouco mais. Aliás, vi tão poucas vezes os Power Rangers (e acho que nunca vi um episódio inteiro), que na minha cabeça está organizado juntamente com os Teletubbies (porque dava mais ou menos na mesma altura e também por causa das cores da fatiotas), o que demonstra claramente o meu nível de conhecimento da coisa...
Já sabia ao que ia e portanto as expectactivas eram mesmo muito baixas. Talvez por causa disso (ou então porque estava cansado e com muito sono...) até foi melhor do que pensava. Melhor dizendo, não foi tão "mentalmente ofensivo" quanto esperava... Ainda assim é um produto. É um produto da marca Saban, mas que também já foi da Walt Disney e que não tarda nada irá ser um produto com a chancela da marca Hasbro. Um produto e uma fórmula de sucesso, portanto. Uma "coisa" para vender aos saudosistas e aos novos miúdos que nunca viram a série original. Tal como diz a música: "E como tudo que é coisa que promete, A gente vê como uma chiclete, Que se prova, mastiga e deita fora"... ●○○○○
Mostrar mensagens com a etiqueta Walt Disney. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Walt Disney. Mostrar todas as mensagens
Ligados por um destino comum, uma adolescente otimista, brilhante, explodindo de curiosidade científica junta-se a um desiludido ex-inventor e embarcam numa missão cheia de perigos para descobrir os segredos de um lugar enigmático, algures no tempo e no espaço, que existe nas suas memórias coletivas como Tomorrowland.
Esta é a sinopse oficial de Tomorrowland. Se alguém conseguir perceber à primeira o que isto quer dizer, avisem-me. (parece uma introdução do Twin Peaks) Para mim, é apenas filme totalmente confuso e desconexo, cheio de flashbacks, flashforwards, flashpoints, rewinds e... é totalmente desconcertante. Quando começa a interessar, salta para outro assunto qualquer, noutro tempo qualquer, noutro espaço qualquer. É um filme um bocado irritante. Parece-me que alguém se baralhou todo na mesa de montagem...
Tinha alguma curiosidade em ver este filme porque foi anunciando como sendo inspirado no futurista e utópico projecto EPCOT de Walt Disney. Tirando a parte financeira não me parece que Walt ficasse muito satisfeito com o resultado final. Só se safa a parte técnica da coisa, que hoje em dia, raramente consegue ser má.
O que é estranho é que para além de contar com a presença de George Clooney e Hugh Laurie - dois gajos impecáveis -, aos comandos do filme esteve Brad Bird, um "senhor" na área dos desenhos animados (Ratatouille, The Incredibles, e o excelente The Iron Giant). Parece que Bird (ainda) não tem "queda" para a coisa real. ●○○○○
Esta é a sinopse oficial de Tomorrowland. Se alguém conseguir perceber à primeira o que isto quer dizer, avisem-me. (parece uma introdução do Twin Peaks) Para mim, é apenas filme totalmente confuso e desconexo, cheio de flashbacks, flashforwards, flashpoints, rewinds e... é totalmente desconcertante. Quando começa a interessar, salta para outro assunto qualquer, noutro tempo qualquer, noutro espaço qualquer. É um filme um bocado irritante. Parece-me que alguém se baralhou todo na mesa de montagem...
Tinha alguma curiosidade em ver este filme porque foi anunciando como sendo inspirado no futurista e utópico projecto EPCOT de Walt Disney. Tirando a parte financeira não me parece que Walt ficasse muito satisfeito com o resultado final. Só se safa a parte técnica da coisa, que hoje em dia, raramente consegue ser má.
O que é estranho é que para além de contar com a presença de George Clooney e Hugh Laurie - dois gajos impecáveis -, aos comandos do filme esteve Brad Bird, um "senhor" na área dos desenhos animados (Ratatouille, The Incredibles, e o excelente The Iron Giant). Parece que Bird (ainda) não tem "queda" para a coisa real. ●○○○○
Labels:
2015,
acção,
Brad Bird,
EPCOT,
ficção científica,
futuro,
George Clooney,
Hugh Laurie,
nota1,
Tomorrowland,
Walt Disney
