A Hologram For The King é uma comédia (?) sobre o choque de culturas. Neste caso, um homem de negócios americano (Tom Hanks) procura sair da situação de falência em que se encontra, tentando vender um revolucionário aparelho holográfico de videoconferências ao Chefe de Estado Saudita himself. Pelo caminho cruza-se com uma médica saudita (Sarita Choudhury) e com um motorista (Omar Elba) um pouco alucinado mas assertivo. Estão assim reunidas todas as condições para uma boa comédia. E na realidade até é uma boa comédia. Não conhecia esta faceta do Tom Tykwer. Não apanhei o início dos créditos e portanto não sabia quem realizava. Aliás, não sabia nada deste filme. Foi um daqueles filmes que apanhei na TV e que nem fazia a mínima ideia que existisse. Simplesmente sentei-me no sofá, liguei a TV e estava a começar o filme. Prendeu-me logo de imediato, o que já é um ponto muito positivo. E depois, vai melhorando, em crescendo, entrando num tom muito particular que é ser uma comédia e um drama ao mesmo tempo. Gostei bastante. Só não gostei mais porque a determinada altura, ainda por cima perto do final, descamba para uma espécie de comédia romântica light, que não é mesmo nada o meu género de filmes... Foi pena, mas tudo bem. Gostei da surpresa. ●●●○○
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Bob Munro tem um problema. Tem um grande negócio em mãos e tem também as férias planeadas com a família disfuncional. Pensando bem, que famílias é que não são disfuncionais?... A solução? Alugar uma caravana, fazer uma road trip e tentar fazer o negócio pelo caminho às escondidas da família. Como é óbvio, este é o caminho da desgraça. E a comédia começa...
Não é fácil fazer uma comédia que não descambe para os "tombos" ou para a estupidez. Mas mais difícil ainda é eu ver uma comédia. Praticamente impossível é eu rir-me a ver uma comédia. Mas aconteceu. Tudo por culpa do Barry Sonnenfeld, que é na actualidade o melhor gajo a realizar este tipo muito particular de filmes e do Robin Williams que é sem dúvida nenhuma um dos maiores génios da comédia. De sempre. É mesmo bom. Totalmente genuíno. Cheryl Hines, Kristin Chenoweth e especialmente Jeff Daniels também são muito bons. Infelizmente o resto do casting estragou um bocado as coisas, mas é a vida... o que é que se há-de fazer?
Para "desanuviar as coisas" e variar de estilo, foi bom ver uma comédia. Melhor foi perceber que ainda há comédias feitas com inteligência à mistura. RV é brilhante? Não, é apenas melhor que a média. A tradução para português "Com a Casa às Costas" tem piada? Alguma. É light, mas é bom. Tem um bom feeling e isso é do mais que suficiente. Uma vénia para o Robin Williams. ●●●○○
Não é fácil fazer uma comédia que não descambe para os "tombos" ou para a estupidez. Mas mais difícil ainda é eu ver uma comédia. Praticamente impossível é eu rir-me a ver uma comédia. Mas aconteceu. Tudo por culpa do Barry Sonnenfeld, que é na actualidade o melhor gajo a realizar este tipo muito particular de filmes e do Robin Williams que é sem dúvida nenhuma um dos maiores génios da comédia. De sempre. É mesmo bom. Totalmente genuíno. Cheryl Hines, Kristin Chenoweth e especialmente Jeff Daniels também são muito bons. Infelizmente o resto do casting estragou um bocado as coisas, mas é a vida... o que é que se há-de fazer?
Para "desanuviar as coisas" e variar de estilo, foi bom ver uma comédia. Melhor foi perceber que ainda há comédias feitas com inteligência à mistura. RV é brilhante? Não, é apenas melhor que a média. A tradução para português "Com a Casa às Costas" tem piada? Alguma. É light, mas é bom. Tem um bom feeling e isso é do mais que suficiente. Uma vénia para o Robin Williams. ●●●○○
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