Jack Quinn é um agente secreto que está em perseguição dum maquiavélico traficante de armas, Stavros. No entanto - como é no início do filme-, Quinn fracassa na sua missão e é colocado numa espécie de retiro forçado para “agentes que falham missões”. A partir daqui Quinn só quer vingança e para isso terá de escapar e resgatar a mulher que foi raptada pelo seu inimigo mortal. Para isso terá a ajuda de Dennis Rodman, que tal como na realidade, é uma personagem meio chalada e bastante excêntrica. Double Team é dirigido por Tsui Hark (um dos mestres dos filmes de Kung-Fu) e é um daqueles maus filmes que são tão maus, que acabam por ser suportáveis. O double team do título é uma dupla de protagonistas, Jean-Claude Van Damme e Dennis Rodman, que não têm química absolutamente nenhuma. Rodman, um péssimo actor, só apareceu aqui porque na altura era uma super-estrela da NBA. Mickey Rourke tinha entrado numa espiral descendente - era basicamente o "Nicolas Cage" da altura - e por isso não é surpresa que apareça neste filme. Mas em qualquer situação, Mickey Rourke será sempre um senhor e um daqueles gajos que nunca é mau.
Não há muito a comentar em Double Team, a não ser que há filmes de que não me orgulho de ter visto e gostado. Sempre gostei de filmes de porrada e por isso JCVD era um dos meus heróis de acção favoritos. Eu, tal como muita gente, via tudo o que tivesse na capa o JCVD. Era sinónimo de porrada e acção que era o que um gajo queria ver. Era miúdo e não pensava muito no assunto. Queria era ver umas explosões e pancadaria. Felizmente, os meus gostos cinematográficos começaram a mudar mais ou menos por volta desta altura... ●○○○○
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O que mais se destaca neste Universal Soldier é o aparecimento do então desconhecido Roland Emmerich na cadeira do realizador. Notava-se logo que com o orçamento certo, ia sair daqui um grande showman dos efeitos especiais e filmes catástrofe. Cumpriu perfeitamente.
Apesar de ser um filme banal de porrada com laivos de ficção científica, Universal Soldier até acaba por ser aceitável. E isso é mérito completo do Roland. Nos papéis principais, Jean-Claude Van Damme e Dolph Lundgren, ambos em grande forma, com uma carreira sólida e ainda sem rugas. Também aparecem a Ally Walker, o Ed O'Ross e o Jerry Orbach, mas estes actores secundários dos 90's ficaram por aí, algures, perdidos no tempo, e apesar de até serem bons actores, simplesmente desapareceram dos ecrãs.
Porrada velha, artes marciais, tiroteios super-exagerados, explosões massivas de gasolina e o mais prevísivel argumento possível, bem à maneira dos inícios dos anos 90, acho que é o resumo ideal para Universal Soldier. O sucesso deste filme deu-lhe mais algumas sequelas, mas nem sequer me dei ao trabalho (nem tempo) de ver. ●○○○○
Apesar de ser um filme banal de porrada com laivos de ficção científica, Universal Soldier até acaba por ser aceitável. E isso é mérito completo do Roland. Nos papéis principais, Jean-Claude Van Damme e Dolph Lundgren, ambos em grande forma, com uma carreira sólida e ainda sem rugas. Também aparecem a Ally Walker, o Ed O'Ross e o Jerry Orbach, mas estes actores secundários dos 90's ficaram por aí, algures, perdidos no tempo, e apesar de até serem bons actores, simplesmente desapareceram dos ecrãs.
Porrada velha, artes marciais, tiroteios super-exagerados, explosões massivas de gasolina e o mais prevísivel argumento possível, bem à maneira dos inícios dos anos 90, acho que é o resumo ideal para Universal Soldier. O sucesso deste filme deu-lhe mais algumas sequelas, mas nem sequer me dei ao trabalho (nem tempo) de ver. ●○○○○
Após saber da morte do irmão nos EUA, Lyon, um desertor da Legião Francesa, envolve-se em perigosas lutas clandestinas para arranjar dinheiro e assim ajudar a sua nova família. E também vingar a morte do irmão...
Lionheart (traduzido como o Lutador sem lei [mas vá-se lá perceber porquê, também já o apanhei com outros títulos]) é uma piada. Parece um filme amador ou uma paródia ao filmes de artes marciais. As cenas de porrada são obviamente e tão coreografadas que parecem pancadaria em câmara lenta. Do género, Van Damme só dá uma cotovelada na cabeça do adversário, dois segundos depois de levar uma joelhada na barriga. É de rir. Tudo é básico e com um aspecto muito amador. Apesar disso tem dois actores que até se destacam da mediocridade: Deborah Rennard e Brian Thompson.
Quando o vi pela primeira vez, adorei. Mas também tinha para aí uns 15 anos e não havia muitos filmes de porrada/acção para alugar em VHS...
Lionheart é um filme fraquíssimo, mas ainda assim é um ícone kitsch, um digno representante do cinema de acção dos anos 80 (apesar de já ter chegado nos 90's). Uma bolinha para o Jean-Claude Van Damme, só porque é um gajo que se meteu nas drogas e depois saiu limpo. É um gajo fixe. ●○○○○
Lionheart (traduzido como o Lutador sem lei [mas vá-se lá perceber porquê, também já o apanhei com outros títulos]) é uma piada. Parece um filme amador ou uma paródia ao filmes de artes marciais. As cenas de porrada são obviamente e tão coreografadas que parecem pancadaria em câmara lenta. Do género, Van Damme só dá uma cotovelada na cabeça do adversário, dois segundos depois de levar uma joelhada na barriga. É de rir. Tudo é básico e com um aspecto muito amador. Apesar disso tem dois actores que até se destacam da mediocridade: Deborah Rennard e Brian Thompson.
Quando o vi pela primeira vez, adorei. Mas também tinha para aí uns 15 anos e não havia muitos filmes de porrada/acção para alugar em VHS...
Lionheart é um filme fraquíssimo, mas ainda assim é um ícone kitsch, um digno representante do cinema de acção dos anos 80 (apesar de já ter chegado nos 90's). Uma bolinha para o Jean-Claude Van Damme, só porque é um gajo que se meteu nas drogas e depois saiu limpo. É um gajo fixe. ●○○○○


