Em Star Trek: Into Darkness, James T. Kirk, um eterno rebelde contra as autoridades superiores, volta a fazer das suas e desrespeita as ordens da Frota Estelar. Mas como qualquer bom rebelde, fá-lo por motivos maiores: salvar o seu fiel companheiro de aventuras, Spock. Por causa deste acto perde o comando da USS Enterprise para o Almirante Pike (Bruce Greenwood), que compreendendo a verdadeira razão, consegue colocá-lo novamente a bordo da mítica nave. É então que aparece um terrorista interplanetário, o super-humano geneticamente aperfeiçoado, Khan. Star Trek regressa com o novo elenco para se cimentar como um dos grandes blockbusters do momento. No papel de vilão, está o Benedict Cumberbatch, que até num vulgar filme de acção e explosões se consegue destacar. J.J. Abrams continua na cadeira da realização e demonstra claramente que é um dos melhores gajos neste ramo dos filmes de entretenimento-pipoca. ●●○○○
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A dona sem escrúpulos de uma mega-corporação agro-pecuária, decide desenvolver um projecto secreto para criar super-porcos. Animais com base no porco, mas que pela acção da modificação genética se transformam em gigantescos nacos de carne. Uma miúda sul-coreana juntamente com o avô ficam responsáveis por alimentar um desses super-porcos experimentais e com o tempo cria uma relação de amizade muito pouco usual com o simpático bicho. Inevitavelmente, chega o dia em que a maléfica empresa tem de recolher o super-porco para o levar para abate. Mas a miúda não quer largar o seu novo "amigo" e então começa uma muito estranha aventura para o resgatar da morte certa...
Sem ser uma obra prima, Okja é um filme muito bom. É ainda melhor porque o panorama actual do cinema se resume a conceber produtos que passam numa tela de cinema e que são feitos e vendidos como um hambúrguer com batatas fritas e cujo único propósito de existirem é faturar o máximo possível no box office.
Okja é terno e emotivo, sempre repleto de bons momentos, tanto dramáticos, como de acção, tudo sob a batuta perfeitamente ritmada de Bong Joon Ho, que tem aqui mais um excelente exemplo de como ser verdadeiramente um realizador nos tempos actuais. Afirma-se cada vez mais como um dos meus realizadores de referência.
O casting é um mix estranho mas muito bem escolhido e com prestações muito boas (Jake Gyllenhaal, Giancarlo Esposito e Paul Dano, entre outros) Destaque maior para a icónica e única Tilda Swinton e para a miúda Seo-hyun Ahn, que acaba por ser o centro de todas as atenções.
Já tinha lido muito boas coisas sobre este Okja e a realidade é que não me desiludiu nada. É uma lufada de ar fresco, com ventos fortes provenientes da Netfilx. Totalmente recomendado. ●●●○○
Sem ser uma obra prima, Okja é um filme muito bom. É ainda melhor porque o panorama actual do cinema se resume a conceber produtos que passam numa tela de cinema e que são feitos e vendidos como um hambúrguer com batatas fritas e cujo único propósito de existirem é faturar o máximo possível no box office.
Okja é terno e emotivo, sempre repleto de bons momentos, tanto dramáticos, como de acção, tudo sob a batuta perfeitamente ritmada de Bong Joon Ho, que tem aqui mais um excelente exemplo de como ser verdadeiramente um realizador nos tempos actuais. Afirma-se cada vez mais como um dos meus realizadores de referência.
O casting é um mix estranho mas muito bem escolhido e com prestações muito boas (Jake Gyllenhaal, Giancarlo Esposito e Paul Dano, entre outros) Destaque maior para a icónica e única Tilda Swinton e para a miúda Seo-hyun Ahn, que acaba por ser o centro de todas as atenções.
Já tinha lido muito boas coisas sobre este Okja e a realidade é que não me desiludiu nada. É uma lufada de ar fresco, com ventos fortes provenientes da Netfilx. Totalmente recomendado. ●●●○○
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Nazis e zombies são uma combinação explosiva desde os tempos do Wolfenstein 3D, que para quem não conhece é um jogo de computador tão antigo que o 3D ainda era em 2D... E, tirando a questão da antiguidade, pouco difere deste Overlord (realizado por Julius Avery). Sangue, gore, tiros, explosões e um casting (Jovan Adepo, Wyatt Russell, Mathilde Ollivier, Pilou Asbæk) que é tantas vezes lançado ao ar pelas ubíquas explosões que é raro vê-los com os pés no chão... Mais uma chachada sem grande sentido que apenas viu a luz do dia porque tinha a chancela mágica (que é como quem diz... $$$!) do J.J. Abrams... ●○○○○
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Li há uns tempos atrás que em 1830, o ketchup era vendido como medicamento. Isto demonstra que o consumidor pode facilmente ser enganado quando compra um produto. O mesmo acontece com Rampage, mais uma chachada igual a tantas outras, mais um produto digital "falso", que é vendido como se fosse mesmo um filme de cinema. Rampage é um bom produto de merchandising para miúdos porque tem animais gigantes a destruírem cidades. De Brad Peyton, com Dwayne Johnson e Jeffrey Dean Morgan. Parece que também há outros actores, mas só lá estão para levarem com destroços digitais... ●○○○○
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O que mais se destaca neste Universal Soldier é o aparecimento do então desconhecido Roland Emmerich na cadeira do realizador. Notava-se logo que com o orçamento certo, ia sair daqui um grande showman dos efeitos especiais e filmes catástrofe. Cumpriu perfeitamente.
Apesar de ser um filme banal de porrada com laivos de ficção científica, Universal Soldier até acaba por ser aceitável. E isso é mérito completo do Roland. Nos papéis principais, Jean-Claude Van Damme e Dolph Lundgren, ambos em grande forma, com uma carreira sólida e ainda sem rugas. Também aparecem a Ally Walker, o Ed O'Ross e o Jerry Orbach, mas estes actores secundários dos 90's ficaram por aí, algures, perdidos no tempo, e apesar de até serem bons actores, simplesmente desapareceram dos ecrãs.
Porrada velha, artes marciais, tiroteios super-exagerados, explosões massivas de gasolina e o mais prevísivel argumento possível, bem à maneira dos inícios dos anos 90, acho que é o resumo ideal para Universal Soldier. O sucesso deste filme deu-lhe mais algumas sequelas, mas nem sequer me dei ao trabalho (nem tempo) de ver. ●○○○○
Apesar de ser um filme banal de porrada com laivos de ficção científica, Universal Soldier até acaba por ser aceitável. E isso é mérito completo do Roland. Nos papéis principais, Jean-Claude Van Damme e Dolph Lundgren, ambos em grande forma, com uma carreira sólida e ainda sem rugas. Também aparecem a Ally Walker, o Ed O'Ross e o Jerry Orbach, mas estes actores secundários dos 90's ficaram por aí, algures, perdidos no tempo, e apesar de até serem bons actores, simplesmente desapareceram dos ecrãs.
Porrada velha, artes marciais, tiroteios super-exagerados, explosões massivas de gasolina e o mais prevísivel argumento possível, bem à maneira dos inícios dos anos 90, acho que é o resumo ideal para Universal Soldier. O sucesso deste filme deu-lhe mais algumas sequelas, mas nem sequer me dei ao trabalho (nem tempo) de ver. ●○○○○




