Bem... Não vou estar com muitos rodeios... Geostorm é a pior borrada que vi nos últimos tempos. Que desperdício de dinheiro e de recursos naturais. Uma chachada pseudo-ecológica de acção e efeitos especiais tão repleta de clichés escusados que até tem a típica cena (metida totalmente à pressão) do miúdo que perde o cão no meio da tempestade, mas que felizmente consegue reavê-lo são e salvo no final, para o público poder aplaudir repleto de júbilo e satisfação... A sério!? Isto para não falar das muitas cenas que foram nitidamente copiadas a régua e esquadro de outros filmes. Quer dizer... O pessoal do estúdios acham que o público é mesmo assim tão estúpido para (re)fazer este tipo de coisas? Não entendo... É uma nulidade completa. Particularmente chateia-me porque nitidamente isto é manobra de estúdio. É um produto de consumo. Isto foi tratado como um nacho que se vende na zona da restauração... Eu percebo a lógica, mas também não é preciso exagerar. Já estou mesmo a ver uma dúzia de engravatadinhos na sua secretária do Conselho de Administração, a fazer contas com a sua folha de Excel® à frente e a ditar o guião: "O pessoal financeiro e os seus estudos de mercado dizem-nos que podemos fazer aqui um dinheirito valente e portanto vamos aproveitar esta coisa das alterações climáticas e fazer um grande blockbuster de acção e efeitos especiais. Olhe lá, ó guionista, aponte aí uns pontos importantes: tem de ter 3 estrelas de Hollywood conhecidas (Gerard Butler, Andy Garcia, Ed Harris), o bom da fita tem de ter uma filha ou um familiar com quem não se dá bem, mas reconcilia-se no final; tem de ter um cena com um miúdo que perde o cão mas depois consegue reavê-lo são e salvo no final; tem de ter uma contagem decrescente que vai até ao 3, porque quando acaba no último segundo os consumidores já não acreditam; Ah! E tem de ter um miúda gira (Abbie Cornish). É sucesso garantido..." A sério?!? Fico com a impressão que estes filmes são feitos ao contrário: primeiro fazem um trailer espetacular com as cenas de efeitos especiais e depois é que tentam encher as restantes duas horas de filme com uma treta qualquer... Ou seja, resumindo, isto é uma coisa tão artificial que é um zero absoluto. Dou-lhe apenas crédito por isso mesmo: não é fácil fazer uma nulidade completa. ○○○○○
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Max Steel é a enésima adaptação de uma bonecada qualquer para o cinema. Mas a pergunta que fica é: quanto mais tempo vai demorar esta coisa do jovem adolescente que descobre que tem poderes e depois tem de lutar contra um mauzão qualquer, salvar a Terra e ficar com a miúda gira no final? É que já não há paciência! Os estúdios pensam que ainda há assim tanto público estúpido para continuarem a perpetuar estas idiotices?
Produto montado por Stewart Hendler, com a participação de Ben Winchell (mau, até mesmo para o standard de teenager movie...), enquanto Maria Bello e Andy Garcia fazem o favor de receber um caché para darem a cara... e alguma credibilidade à coisa.
Uma gigantesca montagem de clichés embrulhada em efeitos CGI. E é isto... ●○○○○
Produto montado por Stewart Hendler, com a participação de Ben Winchell (mau, até mesmo para o standard de teenager movie...), enquanto Maria Bello e Andy Garcia fazem o favor de receber um caché para darem a cara... e alguma credibilidade à coisa.
Uma gigantesca montagem de clichés embrulhada em efeitos CGI. E é isto... ●○○○○
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Uma gigantesca nave espacial, carregada com milhares de passageiros em hibernação, segue a caminho de uma colónia noutro planeta quando, na sua longa viagem de 120 anos, algo funciona mal e um dos passageiros é acordado 90 anos antes do previsto.
A premissa é muito boa, por isso justificou-se plenamente o hype em torno deste filme. A realidade é bem diferente.
Passengers, de Morten Tyldum, apesar de se passar no espaço, não é um filme de ficção científica. É mais uma espécie de romance futurista, que por acaso acontece no espaço. Nesse aspecto, desilude qualquer fã de ficção e defrauda um pouco as expectactivas criadas. Mas não é tão mau quanto parece, apesar de ter partes que parecem saídas de um filme da Disney...
Passengers "escapa" perfeitamente devido ao trabalho dos actores (Jennifer Lawrence, Chris Pratt, Michael Sheen [que parece saído do bar do "The Shining"], Laurence Fishburne [e Andy Garcia que apenas "aparece" por lá]), mas também pelo excelente tratamento visual e pela simplicidade do argumento.
Tenho de admitir que o que me prendeu mais em Passengers foi estar o tempo todo à espera do twist. Mas não houve twist. Devido à expectativa que se criou à volta do filme antes da estreia e das primeiras imagens que vi, esperava mais e melhor. Mas vê-se bem. ●●○○○
A premissa é muito boa, por isso justificou-se plenamente o hype em torno deste filme. A realidade é bem diferente.
Passengers, de Morten Tyldum, apesar de se passar no espaço, não é um filme de ficção científica. É mais uma espécie de romance futurista, que por acaso acontece no espaço. Nesse aspecto, desilude qualquer fã de ficção e defrauda um pouco as expectactivas criadas. Mas não é tão mau quanto parece, apesar de ter partes que parecem saídas de um filme da Disney...
Passengers "escapa" perfeitamente devido ao trabalho dos actores (Jennifer Lawrence, Chris Pratt, Michael Sheen [que parece saído do bar do "The Shining"], Laurence Fishburne [e Andy Garcia que apenas "aparece" por lá]), mas também pelo excelente tratamento visual e pela simplicidade do argumento.
Tenho de admitir que o que me prendeu mais em Passengers foi estar o tempo todo à espera do twist. Mas não houve twist. Devido à expectativa que se criou à volta do filme antes da estreia e das primeiras imagens que vi, esperava mais e melhor. Mas vê-se bem. ●●○○○


