Mostrar mensagens com a etiqueta Rooney Mara. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rooney Mara. Mostrar todas as mensagens

No seu dormitório em Harvard, o estudante Mark Zuckerberg e uns amigos criam uma rede social para o "engate" e classificação de miúdas, tipo o Hi5 da altura... Com mais visão de futuro que o restante pessoal, Zuckerberg transforma a plataforma naquilo que mais tarde seria o Facebook mas é processado pelos irmãos Cameron e Tyler Winklevoss por roubo da ideia. É... Tal como estava escrito no cartaz promocional do filme "não se pode fazer 600 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos". Agora, como são para aí uns 3 mil e 600 milhões de amigos, presumo que Zuckerberg esteja ainda mais amargurado que no início e com mais alguns inimigos... 

Não tenho Facebook e não pretendo ter. Já lá estive em tempos, mas desisti da coisa por não lhe ver grande utilidade e o mesmo acontece agora. Os meus vizinhos das traseiras são bastante "abertos para a comunidade" e por isso sempre que tenho necessidade cuscar a vida de alguém vou para a varanda ouvir o pessoal a "lavar roupa suja", tirar fotografias à comida e restantes coisas que se fazem no Facebook. Assim ainda poupo nos dados móveis e na bateria do telemóvel. Mas não vou falar muito mal do Facebook porque eles dominam a internet e como têm os dados de toda gente... é melhor não dizer nada. Aliás, pelo que se tem visto, nem sequer é preciso: já sabem o que vou dizer, como vou dizer, quando e a quem.. Não quero confusões. Para isso já tenho a minha vida particular...

Fico-me por dizer que The Social Network é um bom filmito, uma espécie de biopic não autorizado, com bons actores e muitíssimo bem escrito. Jesse Eisenberg dá (e muito bem) corpo e alma a Zuckerberg, ajudado por alguns secundários de luxo como Rooney Mara e Andrew Garfield. Também há Justin Timberlake, Armie Hammer e uma breve aparição de Aaron Sorkin. Fica a ressalva de que não tem a chama que se esperava (e pedia) de David Fincher, algo que já vem acontecendo nos últimos tempos. Aceitável. ●●●○○

Se há gajo que raramente falha é o Steven Soderbergh. Até num filme menor, como é o caso deste Side Effects. Não vale a pena dourar a pílula: o filme é fracote. Tendo em conta que é um "Soderbergh". Não fossem os actores serem mesmo bons (Rooney Mara, Catherine Zeta-Jones, Channing Tatum, Jude Law), diria que é quase um telefilme. Aliás, em partes da história, pareceu-me quase que estava a ver um episódio da mítica série Alfred Hitchcock Presents.
É o principal problema do filme: a história é confusa e tem demasiados "side effects". O que começa por ser uma história de psicólogo estável /paciente deprimida, rapidamente se torna numa paranóia com medicamentos experimentais e depois passa a drama pessoal/familiar com contornos escondidos... é um bocadinho confuso, mas mais do que isso é incoerente.
Mas o que me ficou mais visível aqui, é a facilidade que o Soderbergh tem em realizar um filme. Até é irritante. Dá a impressão que fez isto num fim-de-semana em que estava aborrecido e sem nada para fazer, lembrou-se: "vou fazer um filmito para me entreter; e vou escrevendo-o à medida que o vou filmando... Depois vê-se no que isto dá..." E, se calhar, até foi mesmo assim que aconteceu... Apesar de todas as falhas, é melhor que muita coisa que tenho visto. ●●○○○

Sabia que este filme era um remake de um filme sueco de grande sucesso, baseado numa trilogia de livros também de grande sucesso. (Tanto sucesso junto põe-me logo de pé atrás) Mas depois quando vi que era realizado pelo David Fincher e como não costuma falhar, fiquei logo mais sossegado. Infelizmente, The Girl with the Dragon Tattoo foi mais uma decepção. Não é que o filme seja mau, eu é que pelos vistos tenho expectactivas muito elevadas quando vejo o nome dos realizadores. Desde o início da carreira que Fincher me enche totalmente as medidas. Mas também é verdade que após alguns filmes e mais recentemente, a coisa tem vindo a descambar... Estranhei imediatamente quando vi aquele genérico "maluco" plastificado com música de Led Zeppelin/Trent Reznor. Eu até gosto bastante de Led Zeppelin e de NIN, mas... o que é aquilo? O que é aquele genérico tem que ver com o resto do filme? Não percebi...
A história bem construída, dividida entre o policial negro e o thriller é pouco usual para o "standard americano" recente e por isso é muito fixe. O James Bond Daniel Craig está ok, assim como a Rooney Mara, o Christopher Plummer, o Stellan Skarsgård e o restante pessoal. Mas tudo isto se eclipsou na minha cabeça... É que continuo a questionar-me: onde é que está o antigo David Fincher? ●●○○○

 
Copyright © 2015 todos os filmes que vi
Distributed By Gooyaabi Templates