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Ao longo do tempo, em conversas sobre filmes, fui-me apercebendo que toda a gente já tinha visto o Jaws. Mas fiquei sempre surpreendido por perceber que muita gente não sabia que tinha existido uma sequela. Na realidade são três. Melhor dizendo, duas sequelas e uma coisa meio roubada que tem algo que ver com tubarões. O Jaws 2 é o menos mau de todas as sequelas. Os outros dois são filmes horripilantes e cópias do primeiro. O Jaws 3-D é especialmente mau porque é do tempo das primeiras experiências revolucionárias do cinema 3D, juntamente com uma (aparente) dose de amadorismo?! Nem sei muito bem o que dizer. É preciso ver para acreditar. Mas o pior de todos é mesmo o Jaws 4, de seu nome verdadeiro Jaws: The Revenge. É mesmo muito mau. A única coisa de positivo que posso dizer sobre este filme é que foi o último filme que vi no extinto cinema Águia D'ouro, mesmo antes de fechar. E sim, já houve uma altura em que de facto existiram cinemas no Porto. Parece incrível, mas é verdade.
Jaws 2
Contrariando a onda de fiascos relacionados com sequelas de grandes filmes icónicos, Jaws 2 até nem é assim tão mau. O cast é quase todo o mesmo do filme original e deve ser por isso que o filme se aguenta. A história é mais ou menos a mesma do primeiro, mas continua a haver tensão. O filme até tem excelentes momentos de cinema que nem parecem fazer parte do filme. Se uma pessoa conseguir ultrapassar o facto de ser uma cópia do primeiro, até é um filme que se vê bastante bem. ●●○○○
Jaws 3-D
É incrível de tão mau. Só vendo se consegue perceber. É um insulto a todos os amantes de cinema. Tem alturas em que parece quase um filme amador.
Pode parecer estranho mas o 3D já esteve na moda há uns anos atrás. Este é o Jaws 3-D e não o Jaws 3. Aliás, parece que nem tem nada a ver com os restantes filmes. Parece que aproveitaram a febre de monstros aquáticos e usaram a designação Jaws 3-D para enganar as pessoas. É inacreditável. Pior que isso é o próprio filme. É praticamente todo filmado num parque aquático, portanto está tudo dito.Tem o Dennis Quaid num dos seus primeiros papéis, mas tenho a certeza que ele não estará muito orgulhoso desta participação. Jaws 3-D: pior que isto é (quase) impossível. É um autêntico filme de série C. ○○○○○
Jaws: The Revenge
O nome diz tudo: este é o filme que retrata a vingança do primeiro tubarão que foi morto no filme original. Provavelmente está chateado da vida por ter sido morto no primeiro filme e portanto voltou para infernizar a família Brody. Não é nenhuma piada. É mesmo verdade. Este Jaws: The Revenge é sobre a vingança do tubarão. É uma questão pessoal, como diz no trailer. Só há uma palavra para isto: patético. Tem o Michael Caine que segundo o que li, aproveitou o facto de estarem a filmar no Hawai para ir passar umas belas férias pagas e a Lorraine Gary do filme original. ○○○○○
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Pandorum é uma "pequena" produção de ficção científica. Pelo que percebi é uma produção alemã, com uma mãozinha "por trás" de Paul W. Anderson. Não é de estranhar que o filme seja tão parecido com o muito bom Event Horizon. Apesar de ser um bocado dejá vu, eu acho sempre muito positivo ver como é possível fazer um filme de ficção científica relativamente jeitoso, sem gastar centenas de milhões de dólares. Hoje em dia, parece que é obrigatório gastar rios de dinheiro para fazer um filmito em condições. Pandorum, apesar de ser um "filme de efeitos", centra-se mais na história (muito bem escrita), no suspense e no trabalho dos actores do que propriamente nos efeitos. E os efeitos até foram entregues ao estúdio lendário do Stan Winston. É uma das poucas oportunidades para ver efeitos "reais", tipo Face/Off (a série de make up do SyFy, não o filme...)
Tudo é competente em Pandorum: desde a realização de Christian Alvart, até ao trabalho dos actores, com destaque para o Dennis Quaid. Foi uma boa surpresa. A grande falha de Pandorum é tentar por todos os meios assemelhar-se às grandes produções de Hollywood. Se se mantivesse mais fiel a si próprio poderia ter ido muito mais longe. ●●○○○
Tudo é competente em Pandorum: desde a realização de Christian Alvart, até ao trabalho dos actores, com destaque para o Dennis Quaid. Foi uma boa surpresa. A grande falha de Pandorum é tentar por todos os meios assemelhar-se às grandes produções de Hollywood. Se se mantivesse mais fiel a si próprio poderia ter ido muito mais longe. ●●○○○
Roland Emmerich volta à carga e vira-se para as alterações climáticas como argumento para rebentar com uma cidade qualquer. Como tem sido hábito neste realizador, o filme vale pelo aspecto técnico e pelo efeitos especiais espectaculares. É uma oportunidade única para ver Nova York, Los Angeles e outras cidades a serem fustigadas por furacões gigantes, cobertas por nevões catastróficos ou varridas por tsunamis de dimensões épicas.
Acho que Emmerich já começa a esgotar os argumentos para filmar destruições à escala planetária. Por isso, não percebo como é que ainda não se virou para as aquelas imensas produções bíblicas dos anos 50. Se ele for um leitor atento deste blog, fica dada a dica.
Como tem sido hábito também, o filme é totalmente vazio de enredo, mas pelo menos tem uma boa mensagem de fundo: se continuarmos a desrespeitar e a agredir o planeta como temos feito até agora, eventualmente ele irá virar-se contra nós.
The Day After Tomorrow (2004) parece um daqueles documentários do Discovery sobre alterações climáticas, mas sobre o efeito de doses maciças de esteróides. A ciência está totalmente errada, mas o que é que isso interessa? Aqui, tudo tem de ser rápido, explosivo e mais nada. Ninguém vai ver o filme para ter melhores noções de ecologia, ou como funciona o clima, pois não? Para isso, há livros e documentários muito bons...
Tirando os efeitos especiais, sobra a história duma família apanhada no meio duma tempestade global, mas infelizmente é uma história sem nexo nenhum. O pai (Dennis Quaid) é um cientista climatológico que alerta para os perigos dos desequilibrios ecológicos, mas em que ninguém acredita. O filho (Jake Gyllenhaal) é um "crâneo" mais inteligente que os próprios professores. A mãe é medica e aparentemente só tem um paciente, um miúdo que passa a toda a tempestade do século confortavelmente a ler. Como estão todos separados em cidades diferentes, o pai lança-se a caminho para salvar o filho que entretanto ficou retido numa biblioteca em Nova York. Quaid enfrenta heroicamente a brutal tempestade para salvar o filho e chegado lá... faz o quê? Pois. Não faz nada. Só vai ter com ele. Miraculosamente, mal se encontram, a tempestade dissipa-se. Calhou bem, senão ficavam todos retidos na biblioteca... à espera da mãe. Esta, por sua vez, aguenta-se sozinha no hospital, e a única coisa que quer é uma ambulância para o miúdo que lê sem parar... e, como este é um filme com final feliz, ela lá chega mesmo no final. Devia ser uma daquelas ambulâncias-limpa-neves... O resto, é uma colagem de clichês, que provavelmente são mais antigos que a última idade do gelo: a bandeira desfraldada ao vento, o amigo que se sacrifica pelos outros, o mea culpa no final para admitir que sim, agora o governo vai prestar atenção a estas coisas do clima, este tipo de coisas simpáticas e que ficam sempre bem.
The Day After Tomorow é um filme sem grandes pretensões: é uma chiclete de 2 horas com efeitos especiais caríssimos, feito para vender bilhetes e pipocas. Cumpre bem o seu propósito. ●○○○○
Acho que Emmerich já começa a esgotar os argumentos para filmar destruições à escala planetária. Por isso, não percebo como é que ainda não se virou para as aquelas imensas produções bíblicas dos anos 50. Se ele for um leitor atento deste blog, fica dada a dica.
Como tem sido hábito também, o filme é totalmente vazio de enredo, mas pelo menos tem uma boa mensagem de fundo: se continuarmos a desrespeitar e a agredir o planeta como temos feito até agora, eventualmente ele irá virar-se contra nós.
The Day After Tomorrow (2004) parece um daqueles documentários do Discovery sobre alterações climáticas, mas sobre o efeito de doses maciças de esteróides. A ciência está totalmente errada, mas o que é que isso interessa? Aqui, tudo tem de ser rápido, explosivo e mais nada. Ninguém vai ver o filme para ter melhores noções de ecologia, ou como funciona o clima, pois não? Para isso, há livros e documentários muito bons...
Tirando os efeitos especiais, sobra a história duma família apanhada no meio duma tempestade global, mas infelizmente é uma história sem nexo nenhum. O pai (Dennis Quaid) é um cientista climatológico que alerta para os perigos dos desequilibrios ecológicos, mas em que ninguém acredita. O filho (Jake Gyllenhaal) é um "crâneo" mais inteligente que os próprios professores. A mãe é medica e aparentemente só tem um paciente, um miúdo que passa a toda a tempestade do século confortavelmente a ler. Como estão todos separados em cidades diferentes, o pai lança-se a caminho para salvar o filho que entretanto ficou retido numa biblioteca em Nova York. Quaid enfrenta heroicamente a brutal tempestade para salvar o filho e chegado lá... faz o quê? Pois. Não faz nada. Só vai ter com ele. Miraculosamente, mal se encontram, a tempestade dissipa-se. Calhou bem, senão ficavam todos retidos na biblioteca... à espera da mãe. Esta, por sua vez, aguenta-se sozinha no hospital, e a única coisa que quer é uma ambulância para o miúdo que lê sem parar... e, como este é um filme com final feliz, ela lá chega mesmo no final. Devia ser uma daquelas ambulâncias-limpa-neves... O resto, é uma colagem de clichês, que provavelmente são mais antigos que a última idade do gelo: a bandeira desfraldada ao vento, o amigo que se sacrifica pelos outros, o mea culpa no final para admitir que sim, agora o governo vai prestar atenção a estas coisas do clima, este tipo de coisas simpáticas e que ficam sempre bem.
The Day After Tomorow é um filme sem grandes pretensões: é uma chiclete de 2 horas com efeitos especiais caríssimos, feito para vender bilhetes e pipocas. Cumpre bem o seu propósito. ●○○○○
Há milhares de filmes por aí que nunca vi. Alguns são muito bons e passam despercebidos à maior parte das pessoas. Isso acontece porque são de pequenos estúdios sem grande capacidade de distribuição ou porque não têm actores de renome ou porque pura e simplesmente acabam esamagados pela avalanche de novos lançamentos. Para os encontrar, uso a Técnica Intensiva, que consiste em ver muitos filmes, mesmo aqueles que me são totalmente desconhecidos. Por vezes, pelo meio, surgem verdadeiras pérolas, mas na maior parte das vezes, os filmes não valem nada, tal como esperava. São só película editada, com um nome conhecido de Hollywood para dar alguma credibilidade e/ou visibilidade e praticamente mais nada que se aproveite. É o caso desta meia dúzia que se segue.
O primeiro que vi foi Alex Cross. Um policial com Mathew Fox a fazer de mauzão e a tentar descolar-se do papel de bonzinho da série Lost. Tem umas explosões, umas perseguições rápidas e... pouco mais. Supostamente, este filme seria uma extensão dos filmes da "série Alex Cross", anteriormente interpretado por Morgan Freeman, mas sinceramente não consigo ver a ligação. Vê-se e esquece-se. Fraquinho. ●●○○○
A seguir, arrisquei tudo e decidi ver Doomsday. Nunca tinha ouvido falar deste filme, por isso suscitou-me curiosidade. Ainda por cima, a temática era boa e actual: pandemia e isolamento. Quando o comecei a ver fiquei com a estranha sensação que estava a ver bocados de outros filmes. Há cenas que parecem copiadas do Aliens de James Cameron. Os maus da fita parecem saídos do Mad Max. Todo o filme parece uma mistura moderna do Braveheart (tudo se passa na Escócia isolada em quarentena forçada pelo governo inglês), do Mad Max (o estilo dos sobreviventes anárquicos) e do 28 Dias Depois (tudo acontece devido a uma misteriosa doença contagiosa). No mínimo, as semelhanças são estranhas. Do meio do cast semi-desconhecido, saltam à vista o Bob Hoskins e o Malcolm McDowell, que nitidamente estão ali só para dar nomes sonantes ao trailer... aparecem 5 minutos cada um. Não é horrível mas também não é filme para se rever. O trailer é muito melhor que o filme. ●●○○○
Por vezes, atiro-me de cabeça para filmes, só porque conheço o realizador ou um actor. Foi o caso deste Soldier. Gosto muito do Event Horizon (uma pequena pérola que descobri acidentalmente) e desde então fico sempre curioso com os filmes do Paul W. Anderson. E como também gosto do Kurt Russell arrisquei novamente as fichas todas. E perdi. É daqueles filmes que só consegue ser bom por ser tão mau. No futuro, soldados super-preparados para a batalha desde a nascença são mais tarde substituídos por outros mais recentes e capazes, blá, blá, blá, e no fim o soldado obsoleto derrota o adversário mauzão... Mais um para esquecer... ●○○○○
Depois veio Gamer com o Gerard Butler. Nunca vi um filme assim; parece um videoclip gigante. Só tem duas velocidades, frenético e super-slow motion. É garantido uma dor de cabeça gigante no final. A premissa é interessante, misturando a realidade física com a realidade virtual dos videojogos. O resto do filme é que não é nada de novo. Aliás, toda a força motriz do argumento - lutar pela sobrevivência para uma audiência global - já recua aos tempos do The Running Man. Fugir dum cativeiro opressivo para recuperar o filho que está preso pelo mau da fita então deve ser das coisas mais batidas do cinema. A única coisa que se safa neste filme é o Michael C. Hall que tem uma excelente cena musical ao som de "I've Got You Under My Skin". ●●○○○
Legion é mais um daqueles filmes em parece que fizeram o trailer e depois o insuflaram para ter um filme completo de longa duração. Já conheço a técnica e só acedi a ver porque tinha lá o nome do Dennis Quaid e do Charles S. Dutton e porque a temática eram os anjos. Mais outro engano cinéfilo. Não vale o tempo que se perde a vê-lo. Arrisquei e perdi 2 horas da minha vida. É melhor ficar só pelo trailer... ●○○○○
Por fim, Hitman 47. Por norma, os filmes adaptados de grandes sucessos de video jogos são maus. Não sei porque é que isso acontece, mas é verdade. Este não foge à regra. Não quer dizer que o filme seja propriamente mau, mas não deixa de ser mais um filme de acção que não acrescenta absolutamente nada. É isso mesmo; apenas mais um filme de acção. Os actores são bonzitos (tem uma ex-Bond Girl) e o filme até não tem grandes falhas e é equilibrado. Simplesmente é mais um filme que aproveita o argumento vindo dos jogos, acrescenta explosões, perseguições e mais nada. Ainda assim, vê-se bem e consegue ser melhor que a molhada de filmes que me obriguei a ver... ●●○○○
O primeiro que vi foi Alex Cross. Um policial com Mathew Fox a fazer de mauzão e a tentar descolar-se do papel de bonzinho da série Lost. Tem umas explosões, umas perseguições rápidas e... pouco mais. Supostamente, este filme seria uma extensão dos filmes da "série Alex Cross", anteriormente interpretado por Morgan Freeman, mas sinceramente não consigo ver a ligação. Vê-se e esquece-se. Fraquinho. ●●○○○
A seguir, arrisquei tudo e decidi ver Doomsday. Nunca tinha ouvido falar deste filme, por isso suscitou-me curiosidade. Ainda por cima, a temática era boa e actual: pandemia e isolamento. Quando o comecei a ver fiquei com a estranha sensação que estava a ver bocados de outros filmes. Há cenas que parecem copiadas do Aliens de James Cameron. Os maus da fita parecem saídos do Mad Max. Todo o filme parece uma mistura moderna do Braveheart (tudo se passa na Escócia isolada em quarentena forçada pelo governo inglês), do Mad Max (o estilo dos sobreviventes anárquicos) e do 28 Dias Depois (tudo acontece devido a uma misteriosa doença contagiosa). No mínimo, as semelhanças são estranhas. Do meio do cast semi-desconhecido, saltam à vista o Bob Hoskins e o Malcolm McDowell, que nitidamente estão ali só para dar nomes sonantes ao trailer... aparecem 5 minutos cada um. Não é horrível mas também não é filme para se rever. O trailer é muito melhor que o filme. ●●○○○
Por vezes, atiro-me de cabeça para filmes, só porque conheço o realizador ou um actor. Foi o caso deste Soldier. Gosto muito do Event Horizon (uma pequena pérola que descobri acidentalmente) e desde então fico sempre curioso com os filmes do Paul W. Anderson. E como também gosto do Kurt Russell arrisquei novamente as fichas todas. E perdi. É daqueles filmes que só consegue ser bom por ser tão mau. No futuro, soldados super-preparados para a batalha desde a nascença são mais tarde substituídos por outros mais recentes e capazes, blá, blá, blá, e no fim o soldado obsoleto derrota o adversário mauzão... Mais um para esquecer... ●○○○○
Depois veio Gamer com o Gerard Butler. Nunca vi um filme assim; parece um videoclip gigante. Só tem duas velocidades, frenético e super-slow motion. É garantido uma dor de cabeça gigante no final. A premissa é interessante, misturando a realidade física com a realidade virtual dos videojogos. O resto do filme é que não é nada de novo. Aliás, toda a força motriz do argumento - lutar pela sobrevivência para uma audiência global - já recua aos tempos do The Running Man. Fugir dum cativeiro opressivo para recuperar o filho que está preso pelo mau da fita então deve ser das coisas mais batidas do cinema. A única coisa que se safa neste filme é o Michael C. Hall que tem uma excelente cena musical ao som de "I've Got You Under My Skin". ●●○○○
Legion é mais um daqueles filmes em parece que fizeram o trailer e depois o insuflaram para ter um filme completo de longa duração. Já conheço a técnica e só acedi a ver porque tinha lá o nome do Dennis Quaid e do Charles S. Dutton e porque a temática eram os anjos. Mais outro engano cinéfilo. Não vale o tempo que se perde a vê-lo. Arrisquei e perdi 2 horas da minha vida. É melhor ficar só pelo trailer... ●○○○○
Por fim, Hitman 47. Por norma, os filmes adaptados de grandes sucessos de video jogos são maus. Não sei porque é que isso acontece, mas é verdade. Este não foge à regra. Não quer dizer que o filme seja propriamente mau, mas não deixa de ser mais um filme de acção que não acrescenta absolutamente nada. É isso mesmo; apenas mais um filme de acção. Os actores são bonzitos (tem uma ex-Bond Girl) e o filme até não tem grandes falhas e é equilibrado. Simplesmente é mais um filme que aproveita o argumento vindo dos jogos, acrescenta explosões, perseguições e mais nada. Ainda assim, vê-se bem e consegue ser melhor que a molhada de filmes que me obriguei a ver... ●●○○○
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