Uns teenagers tekkies estão a fazer coisas de teenagers tekkies quando são surpreendidos por uma invasão alienígena. Como os extra-terrestres estão relacionados com a manipulação da energia eléctrica (ou algo semelhante?!?), os miúdos transformam-se nos rambos-sobreviventes-heróis do filme, porque que são todos "tecnológicos" e sabem imenso do assunto, o que diga-se é uma sorte do caraças. Ainda dizem que aquelas aulas de electrotecnia não serviam para nada... Obviamente que vão morrendo conforme o grau de hierarquia, do mais secundário até quase ao personagem principal, mas tudo bem...
The Darkest Hour é um autêntico filme sy-fy mesmo antes de existir o termo "filme sy-fy". Por favor não confundir com o outro filme também chamado Darkest Hour, protagonizado pelo Gary Oldman; este tem um "The" antes do título... Portanto, THE Darkest Hour é um filme de ficção científica de baixo orçamento filmado na Rússia, mas que assenta no mesmo modelo de história e desenvolvimento dos restantes colegas das grandes produções americanas. Aqui o que muda é para pior, no realizador tarefeiro de estúdio (Chris Gorak), na qualidade do actores (Emile Hirsch, Olivia Thirlby, Max Minghella, Rachael Taylor) e especialmente na qualidade dos efeitos especiais. Estou a ser mauzinho... Os efeitos até nem são assim tão maus. O filme no geral é que é, mas vai tudo no mesmo "pacote"... Tal como os irmãos mais "ricos" e apesar de não ser completamente horrível, é filme que se vê e se esquece rapidamente. E foi exactamente o que aconteceu... Ha!! Já me esquecia de uma coisa importante! É em 3D. Muito importante este pormenor. ●○○○○
PS: Para quem desconhece o termo (criei-o há muito pouco tempo), tekkie é uma pessoa cuja filosofia e modo de vida, assim como a religião, se resume à mais recente tecnologia, relegando tudo o resto para um plano secundário e inferior. Este é um conceito novo e ainda pouco desenvolvido (foi mesmo agora) mas voltarei a ele mais tarde ou quando for oportuno...
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Não querendo entrar no campo dos realizadores subvalorizados e para não me repetir, vou só dizer que este é mais um (bom) filme do Robert Zemeckis. The Walk é baseado na história verídica de Philippe Petit, um equilibrista francês, que em 1974 decidiu unir as duas torres do Wall Trade Center com uma corda de 200 kgs de aço e atravessá-la a pé a mais de 400 metros de altura. Zemeckis dirige tão bem este filme que aposto que se for visto em formato 3D/IMAX deve dar umas tonturas valentes.
Contado na primeira pessoa e muitas vezes voltado directamente para o espectador, The Walk é mais parecido com um heist movie do que um biopic. Só para se ter uma noção, a primeira vez que Philippe Petit/Joseph Gordon-Levitt põe um pé naquele cabo de aço, já passou cerca de 1 hora e meia de filme. Empreender uma façanha deste tipo é muito mais do que simplesmente andar num cabo de aço mais fino do que o próprio pé. São anos de planeamento antecipado e meticuloso e muito trabalho nos locais só para montar uma coisa desta magnitude. Não deixa de ser extraordinário o golpe que fizeram. E depois, como se não fosse bastante, Petit ainda andou em cima do cabo durante largos minutos fazendo manobras arriscadas de equilibrismo. E com tudo isto, justamente, ficou para a história.
Todos os aspectos técnicos (como é normal com o RZ) são do melhor, o casting é jeitoso (Joseph Gordon-Levitt, Charlotte Le Bon, James Badge Dale, César Domboy, Ben Kingsley), está muito bem escrito e não há propriamente nada de mal a apontar a The Walk. Mas acho que falha na essência e algumas coisitas minúsculas. Exagera um pouco nos planos picados para mostrar a quem tem vertigens, a loucura que é estar em cima do WTC e olhar directamente para baixo. Está 10-15 minutos mais comprido do que o que devia. O aspecto (demasiado) formatado de biopic com discurso directo acaba por não ajudar porque a determinado momento parece um realmente um documentário da TV. Ainda assim, um documentário muito bom. Nota-se que é também uma prova sentida de homenagem à cidade de Nova York e às Torres do WTC, o que se compreende facilmente devido ao trama dos ataque de 11/9. É sentido e é facilmente perceptível na forma como Zemeckis aborda cada frame onde aparecem os prédios. É compreensível, mas acho que foi exactamente isso que fez o filme perder um pouco o foco. Mas é um filme que se vê muito bem. Só tenho pena é de não o ter visto num cinema 3D ou IMAX. Deve ser uma autêntica trip de vertigens... ●●●○○
Contado na primeira pessoa e muitas vezes voltado directamente para o espectador, The Walk é mais parecido com um heist movie do que um biopic. Só para se ter uma noção, a primeira vez que Philippe Petit/Joseph Gordon-Levitt põe um pé naquele cabo de aço, já passou cerca de 1 hora e meia de filme. Empreender uma façanha deste tipo é muito mais do que simplesmente andar num cabo de aço mais fino do que o próprio pé. São anos de planeamento antecipado e meticuloso e muito trabalho nos locais só para montar uma coisa desta magnitude. Não deixa de ser extraordinário o golpe que fizeram. E depois, como se não fosse bastante, Petit ainda andou em cima do cabo durante largos minutos fazendo manobras arriscadas de equilibrismo. E com tudo isto, justamente, ficou para a história.
Todos os aspectos técnicos (como é normal com o RZ) são do melhor, o casting é jeitoso (Joseph Gordon-Levitt, Charlotte Le Bon, James Badge Dale, César Domboy, Ben Kingsley), está muito bem escrito e não há propriamente nada de mal a apontar a The Walk. Mas acho que falha na essência e algumas coisitas minúsculas. Exagera um pouco nos planos picados para mostrar a quem tem vertigens, a loucura que é estar em cima do WTC e olhar directamente para baixo. Está 10-15 minutos mais comprido do que o que devia. O aspecto (demasiado) formatado de biopic com discurso directo acaba por não ajudar porque a determinado momento parece um realmente um documentário da TV. Ainda assim, um documentário muito bom. Nota-se que é também uma prova sentida de homenagem à cidade de Nova York e às Torres do WTC, o que se compreende facilmente devido ao trama dos ataque de 11/9. É sentido e é facilmente perceptível na forma como Zemeckis aborda cada frame onde aparecem os prédios. É compreensível, mas acho que foi exactamente isso que fez o filme perder um pouco o foco. Mas é um filme que se vê muito bem. Só tenho pena é de não o ter visto num cinema 3D ou IMAX. Deve ser uma autêntica trip de vertigens... ●●●○○
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Li algures aí pela net que Leonardo da Vinci inventou as tesouras. E que também levou dez anos a pintar os lábios da Mona Lisa....
Sinceramente, até acredito que tivesse inventado as tesouras. Mas dez anos para pintar os lábios da Mona Lisa e esquecer-se de pintar as sobrancelhas? Acho difícil de acreditar.
Mas ainda tive mais dificuldade em acreditar neste The Three Musketeers. Só pensava: porquê? É para ter uma hipótese de filmar algo em 3D? Havia uma lacuna de mercado para histórias com mosqueteiros e lutas com espadas? Alguém queria destruir a excelente história de Dumas com desnecessários efeitos digitais? Seria preciso um concorrente aos Piratas das Caraíbas? Não faço a mínima ideia...
O que sei é isto: The Three Musketeers é mau. Muito mau. Tem a acção do costume, cenas de espadas, uns navios-balão digitais, a presença da heroína do Resident Evil (Milla Jovovich) e uma cópia descarada da música dos Piratas das Caraíbas. Uma das personagens até aparece e tudo (Orlando Bloom). E como este é (ou parece) um filme para miúdos, o D'Artagnan é um miúdo que ficou conhecido por entrar noutro filme para miúdos (Logan Lerman). Volta e meia aparecem por lá uns actores que até são bastante jeitosos (Luke Evans, Mads Mikkelsen, Christoph Waltz), mas é só de vez em quando.
Penso que a intenção de Paul W. Anderson não era estragar totalmente a enésima versão deste clássico. Mas conseguiu-o... Apesar de reconhecer todo o aparato técnico e humano envolvido na criação dum filme destes, já não consigo suportar estes filmes-chiclete... ●○○○○
Sinceramente, até acredito que tivesse inventado as tesouras. Mas dez anos para pintar os lábios da Mona Lisa e esquecer-se de pintar as sobrancelhas? Acho difícil de acreditar.
Mas ainda tive mais dificuldade em acreditar neste The Three Musketeers. Só pensava: porquê? É para ter uma hipótese de filmar algo em 3D? Havia uma lacuna de mercado para histórias com mosqueteiros e lutas com espadas? Alguém queria destruir a excelente história de Dumas com desnecessários efeitos digitais? Seria preciso um concorrente aos Piratas das Caraíbas? Não faço a mínima ideia...
O que sei é isto: The Three Musketeers é mau. Muito mau. Tem a acção do costume, cenas de espadas, uns navios-balão digitais, a presença da heroína do Resident Evil (Milla Jovovich) e uma cópia descarada da música dos Piratas das Caraíbas. Uma das personagens até aparece e tudo (Orlando Bloom). E como este é (ou parece) um filme para miúdos, o D'Artagnan é um miúdo que ficou conhecido por entrar noutro filme para miúdos (Logan Lerman). Volta e meia aparecem por lá uns actores que até são bastante jeitosos (Luke Evans, Mads Mikkelsen, Christoph Waltz), mas é só de vez em quando.
Penso que a intenção de Paul W. Anderson não era estragar totalmente a enésima versão deste clássico. Mas conseguiu-o... Apesar de reconhecer todo o aparato técnico e humano envolvido na criação dum filme destes, já não consigo suportar estes filmes-chiclete... ●○○○○
CONTINUA DAQUI...
Ao longo do tempo, em conversas sobre filmes, fui-me apercebendo que toda a gente já tinha visto o Jaws. Mas fiquei sempre surpreendido por perceber que muita gente não sabia que tinha existido uma sequela. Na realidade são três. Melhor dizendo, duas sequelas e uma coisa meio roubada que tem algo que ver com tubarões. O Jaws 2 é o menos mau de todas as sequelas. Os outros dois são filmes horripilantes e cópias do primeiro. O Jaws 3-D é especialmente mau porque é do tempo das primeiras experiências revolucionárias do cinema 3D, juntamente com uma (aparente) dose de amadorismo?! Nem sei muito bem o que dizer. É preciso ver para acreditar. Mas o pior de todos é mesmo o Jaws 4, de seu nome verdadeiro Jaws: The Revenge. É mesmo muito mau. A única coisa de positivo que posso dizer sobre este filme é que foi o último filme que vi no extinto cinema Águia D'ouro, mesmo antes de fechar. E sim, já houve uma altura em que de facto existiram cinemas no Porto. Parece incrível, mas é verdade.
Jaws 2
Contrariando a onda de fiascos relacionados com sequelas de grandes filmes icónicos, Jaws 2 até nem é assim tão mau. O cast é quase todo o mesmo do filme original e deve ser por isso que o filme se aguenta. A história é mais ou menos a mesma do primeiro, mas continua a haver tensão. O filme até tem excelentes momentos de cinema que nem parecem fazer parte do filme. Se uma pessoa conseguir ultrapassar o facto de ser uma cópia do primeiro, até é um filme que se vê bastante bem. ●●○○○
Jaws 3-D
É incrível de tão mau. Só vendo se consegue perceber. É um insulto a todos os amantes de cinema. Tem alturas em que parece quase um filme amador.
Pode parecer estranho mas o 3D já esteve na moda há uns anos atrás. Este é o Jaws 3-D e não o Jaws 3. Aliás, parece que nem tem nada a ver com os restantes filmes. Parece que aproveitaram a febre de monstros aquáticos e usaram a designação Jaws 3-D para enganar as pessoas. É inacreditável. Pior que isso é o próprio filme. É praticamente todo filmado num parque aquático, portanto está tudo dito.Tem o Dennis Quaid num dos seus primeiros papéis, mas tenho a certeza que ele não estará muito orgulhoso desta participação. Jaws 3-D: pior que isto é (quase) impossível. É um autêntico filme de série C. ○○○○○
Jaws: The Revenge
O nome diz tudo: este é o filme que retrata a vingança do primeiro tubarão que foi morto no filme original. Provavelmente está chateado da vida por ter sido morto no primeiro filme e portanto voltou para infernizar a família Brody. Não é nenhuma piada. É mesmo verdade. Este Jaws: The Revenge é sobre a vingança do tubarão. É uma questão pessoal, como diz no trailer. Só há uma palavra para isto: patético. Tem o Michael Caine que segundo o que li, aproveitou o facto de estarem a filmar no Hawai para ir passar umas belas férias pagas e a Lorraine Gary do filme original. ○○○○○
Ao longo do tempo, em conversas sobre filmes, fui-me apercebendo que toda a gente já tinha visto o Jaws. Mas fiquei sempre surpreendido por perceber que muita gente não sabia que tinha existido uma sequela. Na realidade são três. Melhor dizendo, duas sequelas e uma coisa meio roubada que tem algo que ver com tubarões. O Jaws 2 é o menos mau de todas as sequelas. Os outros dois são filmes horripilantes e cópias do primeiro. O Jaws 3-D é especialmente mau porque é do tempo das primeiras experiências revolucionárias do cinema 3D, juntamente com uma (aparente) dose de amadorismo?! Nem sei muito bem o que dizer. É preciso ver para acreditar. Mas o pior de todos é mesmo o Jaws 4, de seu nome verdadeiro Jaws: The Revenge. É mesmo muito mau. A única coisa de positivo que posso dizer sobre este filme é que foi o último filme que vi no extinto cinema Águia D'ouro, mesmo antes de fechar. E sim, já houve uma altura em que de facto existiram cinemas no Porto. Parece incrível, mas é verdade.
Jaws 2
Contrariando a onda de fiascos relacionados com sequelas de grandes filmes icónicos, Jaws 2 até nem é assim tão mau. O cast é quase todo o mesmo do filme original e deve ser por isso que o filme se aguenta. A história é mais ou menos a mesma do primeiro, mas continua a haver tensão. O filme até tem excelentes momentos de cinema que nem parecem fazer parte do filme. Se uma pessoa conseguir ultrapassar o facto de ser uma cópia do primeiro, até é um filme que se vê bastante bem. ●●○○○
Jaws 3-D
É incrível de tão mau. Só vendo se consegue perceber. É um insulto a todos os amantes de cinema. Tem alturas em que parece quase um filme amador.
Pode parecer estranho mas o 3D já esteve na moda há uns anos atrás. Este é o Jaws 3-D e não o Jaws 3. Aliás, parece que nem tem nada a ver com os restantes filmes. Parece que aproveitaram a febre de monstros aquáticos e usaram a designação Jaws 3-D para enganar as pessoas. É inacreditável. Pior que isso é o próprio filme. É praticamente todo filmado num parque aquático, portanto está tudo dito.Tem o Dennis Quaid num dos seus primeiros papéis, mas tenho a certeza que ele não estará muito orgulhoso desta participação. Jaws 3-D: pior que isto é (quase) impossível. É um autêntico filme de série C. ○○○○○
Jaws: The Revenge
O nome diz tudo: este é o filme que retrata a vingança do primeiro tubarão que foi morto no filme original. Provavelmente está chateado da vida por ter sido morto no primeiro filme e portanto voltou para infernizar a família Brody. Não é nenhuma piada. É mesmo verdade. Este Jaws: The Revenge é sobre a vingança do tubarão. É uma questão pessoal, como diz no trailer. Só há uma palavra para isto: patético. Tem o Michael Caine que segundo o que li, aproveitou o facto de estarem a filmar no Hawai para ir passar umas belas férias pagas e a Lorraine Gary do filme original. ○○○○○
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Depois dos filmes baseados em livros de sucesso, tinham de aparecer os filmes baseados em jogos de grande sucesso. Resident Evil é sem dúvida um desses jogos e tem uma gigantesca legião de fãs. Era inevitável o filme... Eu até sou um grande fã de jogos, mas nunca gostei muito do Resident Evil. Mas o que importa aqui são os filmes. Uma série de filmes quase infindável: Resident Evil, Resident Evil: Apocalypse, Resident Evil: Extinction, Resident Evil: Afterlife e Resident Evil: Retribution. Se visse tudo de seguida, de certeza que tinha um aneurisma...
Enquanto der lucro na bilheteira, continuarão a chegar às salas de cinema mais Resident Evil's. E como parece que são grandes sucessos na venda de bilhetes...
Tirando o primeiro filme, que ganha qualquer coisita porque vive do efeito novidade, os restantes filmes são sempre iguais: grandes cenas de porrada, efeitos digitais marados, zombies, mutantes, zombies mutantes, mutantes zombies e a Milla Jovovich. (por vezes, também aparece a Michelle Fast n'Furious Rodriguez e o Iain Game of Thrones Glen) Como o argumento se apoia na luta contra zombies, cenas esquisitas biotecnologicamente manipuladas e uma pérfida Inteligência Artificial, tudo criações secretas de uma (mais uma) malvada mega-corporação global que domina tudo e todos (onde é que já vi isto?), o manancial de sequelas é praticamente infinito. E se a Umbrella Corporation desenvolver uma máquina do tempo e fizer sucessivos reboots à série de filmes, então o número de sequelas é mesmo infinito. Aliás, já deve estar mais uma no "forno"... E desta vez, para ser diferente (até porque já passou de moda) não é em 3D: é em 4D. E a sequela seguinte vai ser com "aromas"... (como é que chamarão a essa "nova" tecnologia? AromaScope? ScentCinema? Smell-O-Rama?...)
Quem se safou bem com toda esta situação foi Paul W. Anderson, que pode estar sempre a fazer o mesmo filme e ganhar uma carrada de pasta... A vida nos grandes estúdios de cinema é mesmo assim. Anderson esteve de descanso em dois filmes da série e "passou a pasta" ao novato Alexander Witt e ao "velhote" Russell Mulcahy.
Para terminar, fica a pergunta no ar. Será mesmo possível distinguir uns filmes dos outros só pelo trailer? Eu não consigo... ●○○○○
Enquanto der lucro na bilheteira, continuarão a chegar às salas de cinema mais Resident Evil's. E como parece que são grandes sucessos na venda de bilhetes...
Tirando o primeiro filme, que ganha qualquer coisita porque vive do efeito novidade, os restantes filmes são sempre iguais: grandes cenas de porrada, efeitos digitais marados, zombies, mutantes, zombies mutantes, mutantes zombies e a Milla Jovovich. (por vezes, também aparece a Michelle Fast n'Furious Rodriguez e o Iain Game of Thrones Glen) Como o argumento se apoia na luta contra zombies, cenas esquisitas biotecnologicamente manipuladas e uma pérfida Inteligência Artificial, tudo criações secretas de uma (mais uma) malvada mega-corporação global que domina tudo e todos (onde é que já vi isto?), o manancial de sequelas é praticamente infinito. E se a Umbrella Corporation desenvolver uma máquina do tempo e fizer sucessivos reboots à série de filmes, então o número de sequelas é mesmo infinito. Aliás, já deve estar mais uma no "forno"... E desta vez, para ser diferente (até porque já passou de moda) não é em 3D: é em 4D. E a sequela seguinte vai ser com "aromas"... (como é que chamarão a essa "nova" tecnologia? AromaScope? ScentCinema? Smell-O-Rama?...)
Quem se safou bem com toda esta situação foi Paul W. Anderson, que pode estar sempre a fazer o mesmo filme e ganhar uma carrada de pasta... A vida nos grandes estúdios de cinema é mesmo assim. Anderson esteve de descanso em dois filmes da série e "passou a pasta" ao novato Alexander Witt e ao "velhote" Russell Mulcahy.
Para terminar, fica a pergunta no ar. Será mesmo possível distinguir uns filmes dos outros só pelo trailer? Eu não consigo... ●○○○○
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