Em meados de século XVIII, a vila de Gévaudan em França esteve envolvida num mistério macabro. Um monstro andava a matar aldeões indiscriminadamente e a semear o pânico na população da zona. Para resolver o mistério, o rei francês envia Grégoire de Fronsac e Mani, o seu fiel guerreiro Mohawk. O que encontram é surpreendente...
Um bom filmito, este Le Pacte des Loups. Boas cenas de acção, suspense e uns pozinhos de terror, tudo envolvido numa aura de misticismo. Muito bem realizado por Christophe Gans, assente num guião muito bem escrito. Para o sucesso dum filme destes, assim mais para o comercial, é preciso ter sempre bons actores e nesse caso há a participação (boa) de Samuel Le Bihan, Mark Dacascos, Jérémie Renier, Vincent Cassel e Monica Bellucci, como sempre, a destilar sensualidade para o mundo...
Gostei e recomendo. ●●●○○
Mostrar mensagens com a etiqueta Vincent Cassel. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vincent Cassel. Mostrar todas as mensagens
Após muita insistência dos estúdios e dos fãs, Matt Damon finalmente volta à personagem de Bourne. Jason Bourne. Mas está tão zangado com a situação que passa a maior parte do filme a esmurrar pessoas que lhe lembram precisamente que ele não quer voltar. Ele, Matt, está farto do Bourne. Ele já se lembra de tudo, os maus já morreram todos, a história já acabou, então porquê voltar? Ele só quer que o deixem em paz, que o deixar participar nos seus concursos de boxe amador contra musculados bruta-montes nas estepes geladas de um antigo país comunista qualquer...
Toda a gente sabia que Matt Damon estava em todo o lado, mas ninguém sabia que ele já não queria ser mais o Jason Bourne.
Até Paul Greengrass voltou aos comandos dos filmes Bourne para ver se dava a volta ao Matt Damon, mas ele... nada. Disseram-lhe que também lá estariam o senhor Tommy Lee Jones, a Alicia Vikander e o Vincent Cassel, um dos poucos gajos que parece, de facto, um verdadeiro mau da fita sem ser ridículo, mas mesmo assim, nada. Matt Damon não quer voltar. Não quer fazer mais de Bourne. E isso até se nota no filme. Está ali contrariado, a pensar que poderia estar a fazer novos filmes com novos argumentos, com novas personagens... Podia estar a fazer coisas diferentes... Desta vez ele até voltou à personagem, mas apenas para dizer que não volta nunca mais. ●●○○○
Toda a gente sabia que Matt Damon estava em todo o lado, mas ninguém sabia que ele já não queria ser mais o Jason Bourne.
Até Paul Greengrass voltou aos comandos dos filmes Bourne para ver se dava a volta ao Matt Damon, mas ele... nada. Disseram-lhe que também lá estariam o senhor Tommy Lee Jones, a Alicia Vikander e o Vincent Cassel, um dos poucos gajos que parece, de facto, um verdadeiro mau da fita sem ser ridículo, mas mesmo assim, nada. Matt Damon não quer voltar. Não quer fazer mais de Bourne. E isso até se nota no filme. Está ali contrariado, a pensar que poderia estar a fazer novos filmes com novos argumentos, com novas personagens... Podia estar a fazer coisas diferentes... Desta vez ele até voltou à personagem, mas apenas para dizer que não volta nunca mais. ●●○○○
Labels:
2016,
acção,
Alicia Vikander,
drama,
espionagem,
Jason Bourne,
Matt Damon,
nota2,
Paul Greengrass,
regresso,
sequela,
thriller,
Tommy Lee Jones,
Vincent Cassel
O comissário Pierre Niemans (Jean Reno) é chamado a uma prestigiada universidade na montanha, que funciona quase como uma comunidade fechada, para investigar o brutal homicídio de um funcionário. Por outro lado, Max Kerkerian (Vincent Cassel) investiga a vandalização de um cemitério, em particular, a sepultura de uma menina morta anos antes, filha de uma freira que vive em reclusao total. As duas histórias acabam por ser cruzar, tal como os dois detetives, obrigados a trabalhar em conjunto com uma misteriosa mulher alpinista (Nadia Farès). Ambos terão de lidar com uma comunidade pequena, elitista, muito fechada, de poucas palavras e com muitos segredos por contar. Acabam por se envolver numa bizarra história de enganos, mentiras, assassinatos, serial killers e até eugenia...
Mathieu Kassovitz não costuma fazer maus filmes, mas em Les Rivières Pourpres (trduzido como "Os Crimes dos Rios Púrpura") superou-se. É um tudo-em-um: um thriller, um filme de detetives, de acção, de suspense e por vezes até de terror. Tem uma melhores cenas iniciais que já vi e termina igualmente bem, de uma forma totalmente inesperada. Prendeu-me na cadeira do principio ao fim. Já o revi umas três vezes... ●●●●○
Labels:
2000,
acção,
Jean Reno,
Les Rivières Pourpres,
Mathieu Kassovitz,
Nadia Farès,
nota4,
policial,
suspense,
terror,
thriller,
Vincent Cassel
Neste momento, Danny Boyle é o gajo mais inventivo com uma câmara de filmar nas mãos. Disso não tenho dúvidas. E em cima desse enorme pormenor ainda é o gajo que consegue fazer bons filmes a partir das histórias mais estranhas e ao mesmo tempo mais "normais", como é o caso de Slumdog Millionaire e 127 Hours.
No entanto, Trance não se encaixa no lote dos filmes excelentes que Boyle tem no currículo. Isto porque Trance parece um cocktail: duas partes de Angel Heart, uma parte de Trainspotting e uma espremidela de Inception. Contrariamente a estes filmes, Trance não é um filme excepcional. É só mais um filme. A certa altura, pareceu-me que Danny Boyle fez o filme com intenção de treinar novos meios inventivos de usar uma câmara de filmar. Parece que Boyle estava a descomprimir e para isso fez um filme que ele gostaria de ver e não para o público. Parece que chama a isso de cinema de autor.
Mas o meu problema não é Boyle fazer um filme para se divertir ou não fazer concessões ao público (tem um nu absolutamente integral e a imagem de um gajo a levar um tiro em cheio na "coisa"); o meu problema é o filme ser totalmente desconexo e incoerente.
Trance começa por ser um filme de "golpe" com um roubo audaz de uma pintura valiosa de Goya, passa para a paranóia da hipnose e acaba não se percebe muito bem como. Parece que história foi contada várias vezes, por várias pessoas, de maneiras diferentes. Dei comigo a pensar: "não estou a perceber nada", e isto não acontece muitas vezes. Só acontece quando os filmes não são muito bons.
Até a questão dos actores é incoerente: apesar de bons (James McAvoy, Rosario Dawson e especialmente Vincent Cassel), parecem fazer parte de filmes diferentes. Foram um nítido erro de casting. Falta aquela coisa estranha a que se chama de "química".
Trance tem momentos de puro génio, mas também tem muitos momentos que são uma seca. Apesar do filme ser muito pequeno para os padrões actuais, parece muito longo e que nunca mais acabava. Isso nunca é um bom sinal. E mais do que deixar-me na dúvida, deixou-me muitas vezes confuso. Tirando o ritmo do filme que está muito bem misturado com a banda sonora e da excelente fotografia, não gostei de mais nada. Obviamente, Danny Boyle é muito melhor que isto. Fico è espera do próximo. ●●○○○
No entanto, Trance não se encaixa no lote dos filmes excelentes que Boyle tem no currículo. Isto porque Trance parece um cocktail: duas partes de Angel Heart, uma parte de Trainspotting e uma espremidela de Inception. Contrariamente a estes filmes, Trance não é um filme excepcional. É só mais um filme. A certa altura, pareceu-me que Danny Boyle fez o filme com intenção de treinar novos meios inventivos de usar uma câmara de filmar. Parece que Boyle estava a descomprimir e para isso fez um filme que ele gostaria de ver e não para o público. Parece que chama a isso de cinema de autor.
Mas o meu problema não é Boyle fazer um filme para se divertir ou não fazer concessões ao público (tem um nu absolutamente integral e a imagem de um gajo a levar um tiro em cheio na "coisa"); o meu problema é o filme ser totalmente desconexo e incoerente.
Trance começa por ser um filme de "golpe" com um roubo audaz de uma pintura valiosa de Goya, passa para a paranóia da hipnose e acaba não se percebe muito bem como. Parece que história foi contada várias vezes, por várias pessoas, de maneiras diferentes. Dei comigo a pensar: "não estou a perceber nada", e isto não acontece muitas vezes. Só acontece quando os filmes não são muito bons.
Até a questão dos actores é incoerente: apesar de bons (James McAvoy, Rosario Dawson e especialmente Vincent Cassel), parecem fazer parte de filmes diferentes. Foram um nítido erro de casting. Falta aquela coisa estranha a que se chama de "química".
Trance tem momentos de puro génio, mas também tem muitos momentos que são uma seca. Apesar do filme ser muito pequeno para os padrões actuais, parece muito longo e que nunca mais acabava. Isso nunca é um bom sinal. E mais do que deixar-me na dúvida, deixou-me muitas vezes confuso. Tirando o ritmo do filme que está muito bem misturado com a banda sonora e da excelente fotografia, não gostei de mais nada. Obviamente, Danny Boyle é muito melhor que isto. Fico è espera do próximo. ●●○○○
Labels:
2013,
assalto,
confusão,
Danny Boyle,
Goya,
hipnose,
James McAvoy,
nota2,
Rosario Dawson,
Trance,
Vincent Cassel


