Tal como previsto para a saga de produtos Fast & Furious, aqui está um spin-off, a que gosto de chamar "Calvin & Hobbs". Acho que é mais apropriado... E, por muito que tente, pouco mais há a dizer. Dwayne Johnson e Jason Statham andam à porrada e insultam-se constantemente (como se fosse a brincar, mas pelo que li até foi mais ou menos a sério...) até descobrirem que Idris Elba é um perigoso criminoso cibernético (!??) que põe o mundo em sobressalto... Vanessa Kirby está ali porque tem umas curvas jeitosas e também porque hoje em dia é quase obrigatório ter uma mulher que dê porrada em homens, e finalmente Helen Mirren aparece para dar um pouco de credibilidade à coisa, o que seguramente não acontece, porque é literalmente impossível. David Leitch faz de realizador, mas na verdade é um ex-duplo, daí que esteja totalmente à vontade para fazer uma coisa destas, sendo que "uma coisa destas" é o Fast & Furious Presents: Hobbs & Shaw, uma espécie de Fast & Furious com a sua inevitável ligação emocional à "famiglia", mas em versão Ilhas Samoa... E pronto, é isto... Espera-se a sequela ou um novo spin-off de animação baseado naquele cão que corre atrás do carro do Vin Diesel na parte 3 da franchise... ●○○○○
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Uma das melhores coisas que os recentes filmes de super-heróis têm é que me poupam imenso tempo. É que dar uma de crítico de cinema, na actualidade, é um trabalho a tempo inteiro. Um gajo ainda está a acabar de ver um filme e já saiu outro novo. "Novo", que é como quem diz, porque na realidade é sempre o mesmo filme... "novo". O panorama actual é alucinante: são lançamentos constantes, uns atrás dos outros. Uma pessoa nem tem tempo para escrever. Isto de fazer uma avaliação a todos os filmes que se viu, acaba por se tornar uma profissão a tempo inteiro, senão não dá escoamento.
Daí que, nesse aspecto, estes filmes de super-heróis sejam muito melhores que os outros filmes "normais" que têm histórias e tudo o resto. Um gajo não precisa de aprofundar muito a questão. É só pôr mais pipocas a estalar e está pronto.
Guardians of the Galaxy (de James Gunn) é o filme típico de acção, explosões e super-heróis da Marvel. Como é divertido, ainda se consegue ver. Tem boas piadas e a banda sonora dos 80's ajuda como sempre, porque, tal como a década em si, é a melhor de sempre. Tem uns actores simpáticos (Chris Pratt, Zoe Saldana, Michael Rooker, mais as vozes de Vin Diesel e Bradley Cooper), a mesma história batida de sempre (isto é para duas horitas de diversão sem estar a pensar em mais nada, não é para debates filosóficos), o mesmo final feliz em aberto (caso o lucro de bilheteira exija uma sequela)... e é isso. Pipoca, com o sabor agradável do costume. ●○○○○
Já o Guardians of the Galaxy, vol. 2 (também de James Gunn) é simplesmente intragável. Exageraram no açúcar, e pior ainda, nem sequer conseguiram arranjar música fixe dos anos 80. É preciso ser mesmo incompetente... Não tem pés, cabeça, história, nada... Só tem mesmo fogo de artifício. É uma colagem de cenas de acção com uma suposta história pelo meio que nunca chega verdadeiramente a sê-la porque a montagem é tão rápida e tão entrecruzada com cenas de acção desnecessárias que não dá tempo. É isso. Aliás, é dos argumentos mais idiotas que alguma vez vi. É de uma leviandade que nem tenho palavras. Basicamente, o man principal é filho de Deus (sim, o "Deus" omnipotente que criou todo o universo...) e como não está de acordo com a sua actuação e pretensões para o futuro da humanidade, mata-o... Hã!? Nem me vou alongar mais neste assunto. Parece-me que o pessoal da Marvel perdeu um bocadinho a noção do rídículo, mas tudo bem. Lá está, isto não é para pensar, isto é para consumir. É para meter a mão no balde das pipocas e mais nada. É que o foguetório dos efeitos especiais digitais são ilimitados, mas a estupidez parece que não... Ou será ao contrário? Estes filmes "epilépticos" deixam-me sempre confuso...
Mas na realidade isso nem sequer interessa para nada. O que interessa é o saldo final. Pagou a produção e deu lucro? Se não, fica por aqui... ou faz-se um reboot. Se sim, então venha daí o Vol. 3 que deve ser ainda mais espectacular. Parece que o próximo filme vai estrear em 4D, com um ligeiro cheiro a pipocas banhadas em manteiga queimada e canela... ○○○○○
Daí que, nesse aspecto, estes filmes de super-heróis sejam muito melhores que os outros filmes "normais" que têm histórias e tudo o resto. Um gajo não precisa de aprofundar muito a questão. É só pôr mais pipocas a estalar e está pronto.
Guardians of the Galaxy (de James Gunn) é o filme típico de acção, explosões e super-heróis da Marvel. Como é divertido, ainda se consegue ver. Tem boas piadas e a banda sonora dos 80's ajuda como sempre, porque, tal como a década em si, é a melhor de sempre. Tem uns actores simpáticos (Chris Pratt, Zoe Saldana, Michael Rooker, mais as vozes de Vin Diesel e Bradley Cooper), a mesma história batida de sempre (isto é para duas horitas de diversão sem estar a pensar em mais nada, não é para debates filosóficos), o mesmo final feliz em aberto (caso o lucro de bilheteira exija uma sequela)... e é isso. Pipoca, com o sabor agradável do costume. ●○○○○
Já o Guardians of the Galaxy, vol. 2 (também de James Gunn) é simplesmente intragável. Exageraram no açúcar, e pior ainda, nem sequer conseguiram arranjar música fixe dos anos 80. É preciso ser mesmo incompetente... Não tem pés, cabeça, história, nada... Só tem mesmo fogo de artifício. É uma colagem de cenas de acção com uma suposta história pelo meio que nunca chega verdadeiramente a sê-la porque a montagem é tão rápida e tão entrecruzada com cenas de acção desnecessárias que não dá tempo. É isso. Aliás, é dos argumentos mais idiotas que alguma vez vi. É de uma leviandade que nem tenho palavras. Basicamente, o man principal é filho de Deus (sim, o "Deus" omnipotente que criou todo o universo...) e como não está de acordo com a sua actuação e pretensões para o futuro da humanidade, mata-o... Hã!? Nem me vou alongar mais neste assunto. Parece-me que o pessoal da Marvel perdeu um bocadinho a noção do rídículo, mas tudo bem. Lá está, isto não é para pensar, isto é para consumir. É para meter a mão no balde das pipocas e mais nada. É que o foguetório dos efeitos especiais digitais são ilimitados, mas a estupidez parece que não... Ou será ao contrário? Estes filmes "epilépticos" deixam-me sempre confuso...
Mas na realidade isso nem sequer interessa para nada. O que interessa é o saldo final. Pagou a produção e deu lucro? Se não, fica por aqui... ou faz-se um reboot. Se sim, então venha daí o Vol. 3 que deve ser ainda mais espectacular. Parece que o próximo filme vai estrear em 4D, com um ligeiro cheiro a pipocas banhadas em manteiga queimada e canela... ○○○○○
The Fast and the Furious é uma franchise que dispensa apresentações. Por isso mesmo, não vou perder muito tempo a escrever sobre cada filme. Até porque é quase sempre o mesmo filme. Carros potentes, grandes cenas de porrada, perseguições ridiculamente impossíveis e gajas boas como o caraças em roupas justas. É quase como ver em movimento aqueles posters foleiros das garagens antigas com míudas da Playboy dos anos 80. Bem, se calhar estou a exagerar um bocadinho... Mas é o que me vem à cabeça quando me lembro do F&F.
Um filme original mediano, 5 realizadores (Rob Cohen, John Singleton, Justin Lin, James Wan e F. Gary Gray), dezenas de actores (Vin Diesel, Paul Walker, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Eva Mendes, Tyrese Gibson, Ludacris, Lucas Black, Sung Kang, Gal Gadot, Dwayne Johnson, Elsa Pataky, Luke Evans, Jason Statham, Kurt Russell, Nathalie Emmanuel, Charlize Theron, Scott Eastwood, entre muitos outros [com óbvio destaque para o Joaquim de Almeida]) e 7 sequelas depois continua a facturar milhões em cima de milhões. É um verdadeiro case-study. Como é que isto ainda funciona? Quando é que as audiências se vão fartar? São as grandes questões no seio da franchise.
Mas eu acho que tenho as respostas. Como é que isto ainda funciona? Isto funciona porque os filmes foram evoluindo com o passar do tempo. Passou de um filme sobre um polícia infiltrado no mundo das corridas ilegais, depois para uma espécie de família de sopranos do tunning, e agora está no ponto James Bond com super-vilões e tudo. Até agora aguentou-se bem porque se transformou na melhor telenovela de todos os tempos: algumas personagens supostamente morrem mas depois aparecem vivas noutro filme; o irmão do gajo mau (que morreu no filme anterior) aparece (no filme seguinte) para se vingar; a família cai em desgraça mas no final recupera e acaba a beber uns shots num sunset catita; já quase toda a gente casou e/ou teve filhos. Só falta mesmo aparecer um gémeo cego do Vin Diesel, ou uma miudinha órfã e pobre que depois se torna rica... E além disso, as perseguições e as explosões nas telenovelas são absolutamente miseráveis e no Fast and Furious são sempre super-espectaculares.
Quando é que as audiências se vão fartar da franchise?
Resposta difícil. Acho que no próximo "episódio" as pessoas vão perceber que já chega. No episódio a seguir, alguns dos actores vão sair porque já é tempo de fazer alguma coisa de jeito na vida. No seguinte, os estúdios vão fazer um remake com novos actores e o público não vai perdoar porque é tudo demasiado "novo". Provavelmente vai haver um 12.º, com o regresso de alguma estrela dos filmes originais que não arranja trabalho, mas vai estar tão fora de forma que acaba por matar a franchise de vez. Tipo, o Indiana Jones a lutar contra extraterrestres aos 78 anos... Não há pachorra, não é verdade?
Agora em relação ao filmes propriamente ditos. The Fast and the Furious (2001) foi o primeiro da saga. E nem é propriamente mau. É um filmito de acção razoável, com carros quitados, polícias infiltrados e personagens até bem "montadas". Daí que tenha dado azo a todas estas sequelas. Depois entrou em modo de cruzeiro com 2 Fast 2 Furious (2003) e The Fast and the Furious: Tokyo Drift (2006) que são basicamente as sequelas "normais" da indústria: dá dinheiro?, então faz-se outro parecido mas com maiores explosões... Mas depois a franchise tomou um rumo diferente. Vin Diesel percebeu que tinha em mãos um bom negócio que estava a mirrar e decidiu voltar à saga. E voltou muito bem, com a lógica da "famiglia", que é uma coisa que as audiências gostam sempre. Assim, teve história para poder fazer uma franchise dentro da própria franchise: Fast & Furious (2009), Fast Five (2011), Fast & Furious 6 (2013) e Furious 7 (2015). A "série" fica marcada pela trágica morte de Paul Walker durante as filmagens de Furious 7, o que dá ainda mais ênfase à parte da "famiglia". Sinceramente, acho que deveriam ter ficado por aqui. O desaparecimento de uma personagem tão importante como o de Paul Walker (que até esta altura até tinha feito mais filmes F&F que o próprio Vin Diesel), deveria ter posto um ponto final na série. Mas não. Tinha de se arranjar forma de voltar à bilheteira e portanto lá se arranjou uma história e uma super-vilã high-tech qualquer para justificar o regresso com The Fate of the Furious (2017). E isto não fica por aqui. Pelas minhas contas, ainda falta o F&F9 (The Return of) [as personagens regressam para mais uma aventura relacionada com alguém da família ou para tratar da vingança de algum familiar do gajo mau que mataram num dos episódios anteriores], o F&F10 (The New Breed) [um remake com novos actores, em que os antigos personagens preferidos aparecem só por breves momentos a dizerem: "No meu tempo, tínhamos carros de corrida a gasolina e tratávamos de motores, vielas e óleo queimado... Agora é tudo electrónico..."], o F&F11 (Fullscreen) [passado no espaço, num universo paralelo ou num mundo pós-apocalíptico que na verdade só existe num programa de realidade virtual] e o último F&F12 (The Last Job) [onde fazem mesmo um último trabalho para se reformarem de vez, até porque nessa altura os carros serão todos obrigatoriamente autónomos].
Mas há mais vida para além da franchise propriamente dita. Ainda há spin-offs para as diversas personagens e séries de TV para explorar, assim como canecas, mochilas, lancheiras e tapetes de rato para vender...
Uma coisa que aprendi enquanto escrevia esta crítica é que os filmes não são todos seguidos, cronologicamente falando. O The Fast and the Furious: Tokyo Drift que foi o terceiro filme a ser lançado, em termos de história, supostamente é o sexto, a seguir ao Fast & Furious 6 que por essa lógica deveria ser o 5.º... Confuso?! Muito... Mas não faz mal. Ninguém reparou nisso. E também, o que é que isso interessa? Não tem carros quitados, perseguições, explosões, porrada, gajas com roupas muito apertadas, música cool e "famiglia"? Então já chega... ●○○○○
Um filme original mediano, 5 realizadores (Rob Cohen, John Singleton, Justin Lin, James Wan e F. Gary Gray), dezenas de actores (Vin Diesel, Paul Walker, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Eva Mendes, Tyrese Gibson, Ludacris, Lucas Black, Sung Kang, Gal Gadot, Dwayne Johnson, Elsa Pataky, Luke Evans, Jason Statham, Kurt Russell, Nathalie Emmanuel, Charlize Theron, Scott Eastwood, entre muitos outros [com óbvio destaque para o Joaquim de Almeida]) e 7 sequelas depois continua a facturar milhões em cima de milhões. É um verdadeiro case-study. Como é que isto ainda funciona? Quando é que as audiências se vão fartar? São as grandes questões no seio da franchise.
Mas eu acho que tenho as respostas. Como é que isto ainda funciona? Isto funciona porque os filmes foram evoluindo com o passar do tempo. Passou de um filme sobre um polícia infiltrado no mundo das corridas ilegais, depois para uma espécie de família de sopranos do tunning, e agora está no ponto James Bond com super-vilões e tudo. Até agora aguentou-se bem porque se transformou na melhor telenovela de todos os tempos: algumas personagens supostamente morrem mas depois aparecem vivas noutro filme; o irmão do gajo mau (que morreu no filme anterior) aparece (no filme seguinte) para se vingar; a família cai em desgraça mas no final recupera e acaba a beber uns shots num sunset catita; já quase toda a gente casou e/ou teve filhos. Só falta mesmo aparecer um gémeo cego do Vin Diesel, ou uma miudinha órfã e pobre que depois se torna rica... E além disso, as perseguições e as explosões nas telenovelas são absolutamente miseráveis e no Fast and Furious são sempre super-espectaculares.
Quando é que as audiências se vão fartar da franchise?
Resposta difícil. Acho que no próximo "episódio" as pessoas vão perceber que já chega. No episódio a seguir, alguns dos actores vão sair porque já é tempo de fazer alguma coisa de jeito na vida. No seguinte, os estúdios vão fazer um remake com novos actores e o público não vai perdoar porque é tudo demasiado "novo". Provavelmente vai haver um 12.º, com o regresso de alguma estrela dos filmes originais que não arranja trabalho, mas vai estar tão fora de forma que acaba por matar a franchise de vez. Tipo, o Indiana Jones a lutar contra extraterrestres aos 78 anos... Não há pachorra, não é verdade?
Agora em relação ao filmes propriamente ditos. The Fast and the Furious (2001) foi o primeiro da saga. E nem é propriamente mau. É um filmito de acção razoável, com carros quitados, polícias infiltrados e personagens até bem "montadas". Daí que tenha dado azo a todas estas sequelas. Depois entrou em modo de cruzeiro com 2 Fast 2 Furious (2003) e The Fast and the Furious: Tokyo Drift (2006) que são basicamente as sequelas "normais" da indústria: dá dinheiro?, então faz-se outro parecido mas com maiores explosões... Mas depois a franchise tomou um rumo diferente. Vin Diesel percebeu que tinha em mãos um bom negócio que estava a mirrar e decidiu voltar à saga. E voltou muito bem, com a lógica da "famiglia", que é uma coisa que as audiências gostam sempre. Assim, teve história para poder fazer uma franchise dentro da própria franchise: Fast & Furious (2009), Fast Five (2011), Fast & Furious 6 (2013) e Furious 7 (2015). A "série" fica marcada pela trágica morte de Paul Walker durante as filmagens de Furious 7, o que dá ainda mais ênfase à parte da "famiglia". Sinceramente, acho que deveriam ter ficado por aqui. O desaparecimento de uma personagem tão importante como o de Paul Walker (que até esta altura até tinha feito mais filmes F&F que o próprio Vin Diesel), deveria ter posto um ponto final na série. Mas não. Tinha de se arranjar forma de voltar à bilheteira e portanto lá se arranjou uma história e uma super-vilã high-tech qualquer para justificar o regresso com The Fate of the Furious (2017). E isto não fica por aqui. Pelas minhas contas, ainda falta o F&F9 (The Return of) [as personagens regressam para mais uma aventura relacionada com alguém da família ou para tratar da vingança de algum familiar do gajo mau que mataram num dos episódios anteriores], o F&F10 (The New Breed) [um remake com novos actores, em que os antigos personagens preferidos aparecem só por breves momentos a dizerem: "No meu tempo, tínhamos carros de corrida a gasolina e tratávamos de motores, vielas e óleo queimado... Agora é tudo electrónico..."], o F&F11 (Fullscreen) [passado no espaço, num universo paralelo ou num mundo pós-apocalíptico que na verdade só existe num programa de realidade virtual] e o último F&F12 (The Last Job) [onde fazem mesmo um último trabalho para se reformarem de vez, até porque nessa altura os carros serão todos obrigatoriamente autónomos].
Mas há mais vida para além da franchise propriamente dita. Ainda há spin-offs para as diversas personagens e séries de TV para explorar, assim como canecas, mochilas, lancheiras e tapetes de rato para vender...
Uma coisa que aprendi enquanto escrevia esta crítica é que os filmes não são todos seguidos, cronologicamente falando. O The Fast and the Furious: Tokyo Drift que foi o terceiro filme a ser lançado, em termos de história, supostamente é o sexto, a seguir ao Fast & Furious 6 que por essa lógica deveria ser o 5.º... Confuso?! Muito... Mas não faz mal. Ninguém reparou nisso. E também, o que é que isso interessa? Não tem carros quitados, perseguições, explosões, porrada, gajas com roupas muito apertadas, música cool e "famiglia"? Então já chega... ●○○○○
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