Tal como previsto para a saga de produtos Fast & Furious, aqui está um spin-off, a que gosto de chamar "Calvin & Hobbs". Acho que é mais apropriado... E, por muito que tente, pouco mais há a dizer. Dwayne Johnson e Jason Statham andam à porrada e insultam-se constantemente (como se fosse a brincar, mas pelo que li até foi mais ou menos a sério...) até descobrirem que Idris Elba é um perigoso criminoso cibernético (!??) que põe o mundo em sobressalto... Vanessa Kirby está ali porque tem umas curvas jeitosas e também porque hoje em dia é quase obrigatório ter uma mulher que dê porrada em homens, e finalmente Helen Mirren aparece para dar um pouco de credibilidade à coisa, o que seguramente não acontece, porque é literalmente impossível. David Leitch faz de realizador, mas na verdade é um ex-duplo, daí que esteja totalmente à vontade para fazer uma coisa destas, sendo que "uma coisa destas" é o Fast & Furious Presents: Hobbs & Shaw, uma espécie de Fast & Furious com a sua inevitável ligação emocional à "famiglia", mas em versão Ilhas Samoa... E pronto, é isto... Espera-se a sequela ou um novo spin-off de animação baseado naquele cão que corre atrás do carro do Vin Diesel na parte 3 da franchise... ●○○○○
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Estava aqui a pensar... estou-me a tornar muito repetitivo. Não vou falar outra vez de pipocas ou que este Skyscraper é um filme recheado de clichés atrás de clichés com a mesma estrutura narrativa de um video-jogo ou que só se consegue ver sem adormecer porque há explosões e tiroteios de 5 em 5 minutos. Não! Como estou cheio de frio a escrever estas linhas, estava aqui a pensar em chá muito quente... Mas que chá? Estou a olhar para um pequeno vaso de orégãos a definhar e penso se dará para fazer chá com orégãos. E cominhos? Será que dá para fazer chá? Chá de cominhos?! Será bom? Será enjoativo? Será demasiado esquisito por lembrar caril ou bifanas? Não sei. Vou experimentar... De certeza que não é pior que ver o Die Hard, perdão, o Skyscraper. ●○○○○
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Li há uns tempos atrás que em 1830, o ketchup era vendido como medicamento. Isto demonstra que o consumidor pode facilmente ser enganado quando compra um produto. O mesmo acontece com Rampage, mais uma chachada igual a tantas outras, mais um produto digital "falso", que é vendido como se fosse mesmo um filme de cinema. Rampage é um bom produto de merchandising para miúdos porque tem animais gigantes a destruírem cidades. De Brad Peyton, com Dwayne Johnson e Jeffrey Dean Morgan. Parece que também há outros actores, mas só lá estão para levarem com destroços digitais... ●○○○○
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...indo directo ao assunto: Baywatch é o filme mais idiota dos últimos anos. Se é suposto ser uma homenagem à série de culto dos anos 90, perceberam mal a mensagem. Ou então viram outra série diferente da que eu vi. Não me lembro de ver um filme tão mau. E não me lembro de um filme que mencione tantas vezes as palavras: falo, mastro, pau, piroca e restantes alusões ao pénis como este. Aliás, chega-se ao cúmulo de ver o Zac Efron a segurar a pila de um morto. Inacreditável, mas é verdade! A pila de um morto. Deve ser possível bater mais no fundo, mas é difícil... Se fosse um filme "intelectual", seria um escândalo, mas como é uma comédia a cair para a palhaçada está tudo bem... Isto é humor infantil do mais pobrezinho que existe. Alusões sexuais constantes e simples exploração de cus e mamas arrebitadas como as de Priyanka Chopra. É para isso que ela aparece no filme, não é? Nem sequer percebo como é que actores como Dwayne Johnson se dispuseram para fazer esta porcaria. Ou foram enganados pela produção, pelo Seth Gordon - mas houve de facto um realizador a trabalhar neste filme?! - ou então gostam mesmo deste tipo de "humor", sabe-se lá. Andam por aí muitas pessoas estranhas, no estranho mundo do cinema...
Baywatch é tão mau que houve alturas em que fiquei constrangido. Tive uma sensação de vergonha, e de humilhação pelos próprios actores. Foi estranho... Pior devem ter ficado os originais Mitch "David Hasselhoff" Buchannon e CJ "Pamela Anderson" Parker, que como é obrigatório neste tipo de "revivals" têm de aparecer, nem que seja por uns segundos, para satisfazer os saudosistas. O David Hasselhoff ainda tem uma deixa, mas a Pamela Anderson, foi muito mais inteligente e manteve-se calada e quase nem aparece.
O material "original" da série já não era bom e por isso pensei que isto ia ser mau, mas isto é outro nível de "mau" completamente diferente. Espero que este filme desapareça rapidamente da minha cabeça, mas é tão horrível que está a demorar... ○○○○○
Baywatch é tão mau que houve alturas em que fiquei constrangido. Tive uma sensação de vergonha, e de humilhação pelos próprios actores. Foi estranho... Pior devem ter ficado os originais Mitch "David Hasselhoff" Buchannon e CJ "Pamela Anderson" Parker, que como é obrigatório neste tipo de "revivals" têm de aparecer, nem que seja por uns segundos, para satisfazer os saudosistas. O David Hasselhoff ainda tem uma deixa, mas a Pamela Anderson, foi muito mais inteligente e manteve-se calada e quase nem aparece.
O material "original" da série já não era bom e por isso pensei que isto ia ser mau, mas isto é outro nível de "mau" completamente diferente. Espero que este filme desapareça rapidamente da minha cabeça, mas é tão horrível que está a demorar... ○○○○○
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The Fast and the Furious é uma franchise que dispensa apresentações. Por isso mesmo, não vou perder muito tempo a escrever sobre cada filme. Até porque é quase sempre o mesmo filme. Carros potentes, grandes cenas de porrada, perseguições ridiculamente impossíveis e gajas boas como o caraças em roupas justas. É quase como ver em movimento aqueles posters foleiros das garagens antigas com míudas da Playboy dos anos 80. Bem, se calhar estou a exagerar um bocadinho... Mas é o que me vem à cabeça quando me lembro do F&F.
Um filme original mediano, 5 realizadores (Rob Cohen, John Singleton, Justin Lin, James Wan e F. Gary Gray), dezenas de actores (Vin Diesel, Paul Walker, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Eva Mendes, Tyrese Gibson, Ludacris, Lucas Black, Sung Kang, Gal Gadot, Dwayne Johnson, Elsa Pataky, Luke Evans, Jason Statham, Kurt Russell, Nathalie Emmanuel, Charlize Theron, Scott Eastwood, entre muitos outros [com óbvio destaque para o Joaquim de Almeida]) e 7 sequelas depois continua a facturar milhões em cima de milhões. É um verdadeiro case-study. Como é que isto ainda funciona? Quando é que as audiências se vão fartar? São as grandes questões no seio da franchise.
Mas eu acho que tenho as respostas. Como é que isto ainda funciona? Isto funciona porque os filmes foram evoluindo com o passar do tempo. Passou de um filme sobre um polícia infiltrado no mundo das corridas ilegais, depois para uma espécie de família de sopranos do tunning, e agora está no ponto James Bond com super-vilões e tudo. Até agora aguentou-se bem porque se transformou na melhor telenovela de todos os tempos: algumas personagens supostamente morrem mas depois aparecem vivas noutro filme; o irmão do gajo mau (que morreu no filme anterior) aparece (no filme seguinte) para se vingar; a família cai em desgraça mas no final recupera e acaba a beber uns shots num sunset catita; já quase toda a gente casou e/ou teve filhos. Só falta mesmo aparecer um gémeo cego do Vin Diesel, ou uma miudinha órfã e pobre que depois se torna rica... E além disso, as perseguições e as explosões nas telenovelas são absolutamente miseráveis e no Fast and Furious são sempre super-espectaculares.
Quando é que as audiências se vão fartar da franchise?
Resposta difícil. Acho que no próximo "episódio" as pessoas vão perceber que já chega. No episódio a seguir, alguns dos actores vão sair porque já é tempo de fazer alguma coisa de jeito na vida. No seguinte, os estúdios vão fazer um remake com novos actores e o público não vai perdoar porque é tudo demasiado "novo". Provavelmente vai haver um 12.º, com o regresso de alguma estrela dos filmes originais que não arranja trabalho, mas vai estar tão fora de forma que acaba por matar a franchise de vez. Tipo, o Indiana Jones a lutar contra extraterrestres aos 78 anos... Não há pachorra, não é verdade?
Agora em relação ao filmes propriamente ditos. The Fast and the Furious (2001) foi o primeiro da saga. E nem é propriamente mau. É um filmito de acção razoável, com carros quitados, polícias infiltrados e personagens até bem "montadas". Daí que tenha dado azo a todas estas sequelas. Depois entrou em modo de cruzeiro com 2 Fast 2 Furious (2003) e The Fast and the Furious: Tokyo Drift (2006) que são basicamente as sequelas "normais" da indústria: dá dinheiro?, então faz-se outro parecido mas com maiores explosões... Mas depois a franchise tomou um rumo diferente. Vin Diesel percebeu que tinha em mãos um bom negócio que estava a mirrar e decidiu voltar à saga. E voltou muito bem, com a lógica da "famiglia", que é uma coisa que as audiências gostam sempre. Assim, teve história para poder fazer uma franchise dentro da própria franchise: Fast & Furious (2009), Fast Five (2011), Fast & Furious 6 (2013) e Furious 7 (2015). A "série" fica marcada pela trágica morte de Paul Walker durante as filmagens de Furious 7, o que dá ainda mais ênfase à parte da "famiglia". Sinceramente, acho que deveriam ter ficado por aqui. O desaparecimento de uma personagem tão importante como o de Paul Walker (que até esta altura até tinha feito mais filmes F&F que o próprio Vin Diesel), deveria ter posto um ponto final na série. Mas não. Tinha de se arranjar forma de voltar à bilheteira e portanto lá se arranjou uma história e uma super-vilã high-tech qualquer para justificar o regresso com The Fate of the Furious (2017). E isto não fica por aqui. Pelas minhas contas, ainda falta o F&F9 (The Return of) [as personagens regressam para mais uma aventura relacionada com alguém da família ou para tratar da vingança de algum familiar do gajo mau que mataram num dos episódios anteriores], o F&F10 (The New Breed) [um remake com novos actores, em que os antigos personagens preferidos aparecem só por breves momentos a dizerem: "No meu tempo, tínhamos carros de corrida a gasolina e tratávamos de motores, vielas e óleo queimado... Agora é tudo electrónico..."], o F&F11 (Fullscreen) [passado no espaço, num universo paralelo ou num mundo pós-apocalíptico que na verdade só existe num programa de realidade virtual] e o último F&F12 (The Last Job) [onde fazem mesmo um último trabalho para se reformarem de vez, até porque nessa altura os carros serão todos obrigatoriamente autónomos].
Mas há mais vida para além da franchise propriamente dita. Ainda há spin-offs para as diversas personagens e séries de TV para explorar, assim como canecas, mochilas, lancheiras e tapetes de rato para vender...
Uma coisa que aprendi enquanto escrevia esta crítica é que os filmes não são todos seguidos, cronologicamente falando. O The Fast and the Furious: Tokyo Drift que foi o terceiro filme a ser lançado, em termos de história, supostamente é o sexto, a seguir ao Fast & Furious 6 que por essa lógica deveria ser o 5.º... Confuso?! Muito... Mas não faz mal. Ninguém reparou nisso. E também, o que é que isso interessa? Não tem carros quitados, perseguições, explosões, porrada, gajas com roupas muito apertadas, música cool e "famiglia"? Então já chega... ●○○○○
Um filme original mediano, 5 realizadores (Rob Cohen, John Singleton, Justin Lin, James Wan e F. Gary Gray), dezenas de actores (Vin Diesel, Paul Walker, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Eva Mendes, Tyrese Gibson, Ludacris, Lucas Black, Sung Kang, Gal Gadot, Dwayne Johnson, Elsa Pataky, Luke Evans, Jason Statham, Kurt Russell, Nathalie Emmanuel, Charlize Theron, Scott Eastwood, entre muitos outros [com óbvio destaque para o Joaquim de Almeida]) e 7 sequelas depois continua a facturar milhões em cima de milhões. É um verdadeiro case-study. Como é que isto ainda funciona? Quando é que as audiências se vão fartar? São as grandes questões no seio da franchise.
Mas eu acho que tenho as respostas. Como é que isto ainda funciona? Isto funciona porque os filmes foram evoluindo com o passar do tempo. Passou de um filme sobre um polícia infiltrado no mundo das corridas ilegais, depois para uma espécie de família de sopranos do tunning, e agora está no ponto James Bond com super-vilões e tudo. Até agora aguentou-se bem porque se transformou na melhor telenovela de todos os tempos: algumas personagens supostamente morrem mas depois aparecem vivas noutro filme; o irmão do gajo mau (que morreu no filme anterior) aparece (no filme seguinte) para se vingar; a família cai em desgraça mas no final recupera e acaba a beber uns shots num sunset catita; já quase toda a gente casou e/ou teve filhos. Só falta mesmo aparecer um gémeo cego do Vin Diesel, ou uma miudinha órfã e pobre que depois se torna rica... E além disso, as perseguições e as explosões nas telenovelas são absolutamente miseráveis e no Fast and Furious são sempre super-espectaculares.
Quando é que as audiências se vão fartar da franchise?
Resposta difícil. Acho que no próximo "episódio" as pessoas vão perceber que já chega. No episódio a seguir, alguns dos actores vão sair porque já é tempo de fazer alguma coisa de jeito na vida. No seguinte, os estúdios vão fazer um remake com novos actores e o público não vai perdoar porque é tudo demasiado "novo". Provavelmente vai haver um 12.º, com o regresso de alguma estrela dos filmes originais que não arranja trabalho, mas vai estar tão fora de forma que acaba por matar a franchise de vez. Tipo, o Indiana Jones a lutar contra extraterrestres aos 78 anos... Não há pachorra, não é verdade?
Agora em relação ao filmes propriamente ditos. The Fast and the Furious (2001) foi o primeiro da saga. E nem é propriamente mau. É um filmito de acção razoável, com carros quitados, polícias infiltrados e personagens até bem "montadas". Daí que tenha dado azo a todas estas sequelas. Depois entrou em modo de cruzeiro com 2 Fast 2 Furious (2003) e The Fast and the Furious: Tokyo Drift (2006) que são basicamente as sequelas "normais" da indústria: dá dinheiro?, então faz-se outro parecido mas com maiores explosões... Mas depois a franchise tomou um rumo diferente. Vin Diesel percebeu que tinha em mãos um bom negócio que estava a mirrar e decidiu voltar à saga. E voltou muito bem, com a lógica da "famiglia", que é uma coisa que as audiências gostam sempre. Assim, teve história para poder fazer uma franchise dentro da própria franchise: Fast & Furious (2009), Fast Five (2011), Fast & Furious 6 (2013) e Furious 7 (2015). A "série" fica marcada pela trágica morte de Paul Walker durante as filmagens de Furious 7, o que dá ainda mais ênfase à parte da "famiglia". Sinceramente, acho que deveriam ter ficado por aqui. O desaparecimento de uma personagem tão importante como o de Paul Walker (que até esta altura até tinha feito mais filmes F&F que o próprio Vin Diesel), deveria ter posto um ponto final na série. Mas não. Tinha de se arranjar forma de voltar à bilheteira e portanto lá se arranjou uma história e uma super-vilã high-tech qualquer para justificar o regresso com The Fate of the Furious (2017). E isto não fica por aqui. Pelas minhas contas, ainda falta o F&F9 (The Return of) [as personagens regressam para mais uma aventura relacionada com alguém da família ou para tratar da vingança de algum familiar do gajo mau que mataram num dos episódios anteriores], o F&F10 (The New Breed) [um remake com novos actores, em que os antigos personagens preferidos aparecem só por breves momentos a dizerem: "No meu tempo, tínhamos carros de corrida a gasolina e tratávamos de motores, vielas e óleo queimado... Agora é tudo electrónico..."], o F&F11 (Fullscreen) [passado no espaço, num universo paralelo ou num mundo pós-apocalíptico que na verdade só existe num programa de realidade virtual] e o último F&F12 (The Last Job) [onde fazem mesmo um último trabalho para se reformarem de vez, até porque nessa altura os carros serão todos obrigatoriamente autónomos].
Mas há mais vida para além da franchise propriamente dita. Ainda há spin-offs para as diversas personagens e séries de TV para explorar, assim como canecas, mochilas, lancheiras e tapetes de rato para vender...
Uma coisa que aprendi enquanto escrevia esta crítica é que os filmes não são todos seguidos, cronologicamente falando. O The Fast and the Furious: Tokyo Drift que foi o terceiro filme a ser lançado, em termos de história, supostamente é o sexto, a seguir ao Fast & Furious 6 que por essa lógica deveria ser o 5.º... Confuso?! Muito... Mas não faz mal. Ninguém reparou nisso. E também, o que é que isso interessa? Não tem carros quitados, perseguições, explosões, porrada, gajas com roupas muito apertadas, música cool e "famiglia"? Então já chega... ●○○○○
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Mascar chicletes faz com que não se chore enquanto se cortam cebolas...
Ouvi dizer que é um facto científico. Interessante. E esta é a única coisa interessante neste post... Quanto ao filme, nem vale a pena alongar muito os comentários, de tão mau que é...
Não tem nada que se aproveite. É o típico blockbuster de Hollywood, com terramotos e tsunamis monstruosos, repleto de efeitos especiais, com uns lindíssimos actores desconhecidos e sem queda nenhuma para a coisa, para compensar o cachet elevado de actores conhecidos e bons, de forma a ter um cartaz atractivo para tentar levar as pessoas a ir ao cinema comprar refrigerantes e pipocas. Isto é um verdadeiro desastre. Começa e acaba exactamente da mesma maneira que todos os outros blockbusters-clichês.
Parece uma repetição do 2012 apenas com a diferença de... não! É igual ao 2012! É um conjunto de clichês enrolado em cenas hiper-exageradas de efeitos especiais digitais totalmente desnecessários. É (quase) preferível estar cortar cebolas sem mascar chiclete do que ver este San Andreas... ○○○○○
Ouvi dizer que é um facto científico. Interessante. E esta é a única coisa interessante neste post... Quanto ao filme, nem vale a pena alongar muito os comentários, de tão mau que é...
Não tem nada que se aproveite. É o típico blockbuster de Hollywood, com terramotos e tsunamis monstruosos, repleto de efeitos especiais, com uns lindíssimos actores desconhecidos e sem queda nenhuma para a coisa, para compensar o cachet elevado de actores conhecidos e bons, de forma a ter um cartaz atractivo para tentar levar as pessoas a ir ao cinema comprar refrigerantes e pipocas. Isto é um verdadeiro desastre. Começa e acaba exactamente da mesma maneira que todos os outros blockbusters-clichês.
Parece uma repetição do 2012 apenas com a diferença de... não! É igual ao 2012! É um conjunto de clichês enrolado em cenas hiper-exageradas de efeitos especiais digitais totalmente desnecessários. É (quase) preferível estar cortar cebolas sem mascar chiclete do que ver este San Andreas... ○○○○○
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As maiores trilobites do mundo foram encontradas na freguesia de Canelas, concelho de Arouca...
Acho que as trilobites não são do mesmo tempo que o Hércules, mas ainda assim é um facto científico e histórico interessante. E esta é a única coisa interessante neste post... Quanto aos filmes, nem vale a pena alongar muito os comentários de tão maus que são... Hércules, mesmo sendo uma personagem mitológica, deve estar bastante chateado pela forma como foi tratado aqui...
Hercules foi feito exclusivamente para vender pipocas e, vá lá, Brett Ratner ainda se dá ao trabalho de tentar criar algo novo. Tem alguns actores interessantes que podem de facto (tentar) fazer o seu trabalho, como Rufus Sewell, Joseph Fiennes, Dwayne Johnson (que é aquela máquina de músculos do costume) e John Hurt que é um senhor em qualquer filme. Tem muitos efeitos especiais e muita acção. O costume do género. ●○○○○
The Legend of Hercules é uma tentativa descarada de levar as pessoas a comprar pipocas a pensar que é o outro filme. Parece uma mistura de 300 com Gladiator, mas sem bons actores, sem uma história em condições e basicamente... sem nada que valha a pena ver. É daqueles filmes que quando chega ao fim, uma pessoa encolhe os ombros... e fica sem palavras. ○○○○○
Acho que as trilobites não são do mesmo tempo que o Hércules, mas ainda assim é um facto científico e histórico interessante. E esta é a única coisa interessante neste post... Quanto aos filmes, nem vale a pena alongar muito os comentários de tão maus que são... Hércules, mesmo sendo uma personagem mitológica, deve estar bastante chateado pela forma como foi tratado aqui...
Hercules foi feito exclusivamente para vender pipocas e, vá lá, Brett Ratner ainda se dá ao trabalho de tentar criar algo novo. Tem alguns actores interessantes que podem de facto (tentar) fazer o seu trabalho, como Rufus Sewell, Joseph Fiennes, Dwayne Johnson (que é aquela máquina de músculos do costume) e John Hurt que é um senhor em qualquer filme. Tem muitos efeitos especiais e muita acção. O costume do género. ●○○○○
The Legend of Hercules é uma tentativa descarada de levar as pessoas a comprar pipocas a pensar que é o outro filme. Parece uma mistura de 300 com Gladiator, mas sem bons actores, sem uma história em condições e basicamente... sem nada que valha a pena ver. É daqueles filmes que quando chega ao fim, uma pessoa encolhe os ombros... e fica sem palavras. ○○○○○
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