Depois de ver Kong: Skull Island (de Jordan Vogt-Roberts) só tinha duas palavras a ecoarem na minha cabeça: gigante e verborreia. Gigante, por causa da escala da coisa. Não sei o que se passa hoje em dia com os filmes de monstros, mas tudo é absolutamente gigante. é que nem cabe no ecrã. O Kong aqui tem dezenas de metros de altura e acho que até mesmo maior que o próprio Empire State Building. Gigante também é o vazio que é este filme. Não tem nada que se aproveite. A história é alternativa ao original e está colada a cuspo e entremeada por gigantescas explosões. É simplesmente um espectáculo IMAX e mais nada.
A verborreia é digital. Desde que descobriram que podiam fazer uns "bonecos" verosimeis num computador, isto tem sido um descalabro. É um exagero. Lá está. Uma autênctica verborreia de fundos verdes e efeitos digitais que só lá estão... porque sim. Porque é giro. Não sei. Não entendo esta cena.
Os actores (Tom Hiddleston, Samuel L. Jackson, Brie Larson, John C. Reilly, John Goodman) pouco ou nada podem (ou têm para) fazer, a não ser representar estereótipos chatos e previsíveis. Isso e ir morrendo ao longo do filme conforme o seu ranking: primeiro os extras, depois os secundários, até chegar aos principais. Mas só do lado "mau", porque os "bons" não morrem. Quer dizer, às vezes morrem, mas só se for a sacrificarem-se por outros "bons".
Prevê-se mais um franchise, agora com monstros gigantes, se se levar em conta o "pós-genérico". Sinceramente, espero que fique por aqui. Aproveitem o dinheiro para fazer coisas novas. Fixes. Assim, como uma invasão de insectos gigantes, por exemplo. Há anos que ando para ver um filme com insectos gigantes... ●○○○○
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High-Rise é mais um daqueles filmes de mixed feelings. Gostei imenso do aspecto retro-futurista do filme. Tem uma estética perfeita. Lembra-me o Clockwork Orange e aquela estranha sensação de estar a ver uma coisa antiga dos anos 70, mas que por alguma razão parece vinda do futuro. Há algo na estética dos 70's que é conflituosa em termos de passado e futuro. Deve ser por causa disso que High-Rise parece um filme de ficção cientifica, mas não tem absolutamente nenhum elemento sci-fy. A outra coisa que gostei foi que me deu a conhecer um autor que pouco conhecia: J.G. Ballard. Já tinha lido umas coisas sobre ele e sobre os seus escritos meio subversivos, meio alegóricos da sociedade, mas nunca li nenhum dos livros. Agora aguçou-me ainda mais a curiosidade e é sem dúvida um dos autores em que vou "investir" em breve.
A parte negativa advém directamente da positiva e a culpa é da (aparente) genialidade de Ben Wheatley. Este gajo parece ser mesmo bom, mas parece sofrer do mesmo defeito que já vi em muitos realizadores novos, que estão agora a aparecer: não sabem quando parar. O filme tem um visual bastante forte, mas perdura demasiado no tempo. Isto quer dizer o quê? Quer dizer que exagera no tratamento estético. Nunca deixa uma pessoas descansar os olhinhos. Todas as cenas são tão detalhadamente trabalhadas que acaba por se tornar cansativo. Está sempre num pico, falta-lhe alguma "normalidade". No início, ainda são aceitáveis, mas à medida que a história começa a descambar numa espiral de decadência e violência, torna-se quase insuportável. Fiquei com aquela sensação de estar a parar junto a um acidente e tentar sempre deixar de olhar, mas sem conseguir virar a cabeça. Ver High-Rise foi como estar a ver o desenrolar em câmara lenta de uma iminente catástrofe, cheia de belíssimas imagens de cores vibrantes até ao esperado final negro. Foi estranho. Foi verdadeiramente um mixed feeling...
Os actores são todos muitos bons: Jeremy Irons, Sienna Miller, Luke Evans, James Purefoy, mas especialmente o Tom Hiddleston, uma verdadeira surpresa. Para além da figura Marvel de irmão do Thor, nunca o tinha visto noutros papéis. Aqui está mesmo bem. Não imagino outro gajo neste papel.
A banda sonora também é muito boa, mas não consegue bater-se de igual para igual com a parte estética do filme, que diga-se é perfeita. No geral não há nada que falhe. A história é brilhante, subtilmente distópica, mas isso advém do próprio livro. Poderia ser melhor se fosse um bocado mais comedido visualmente, mas isso é apenas uma opinião pessoal.
High-Rise parece ser um daqueles filmes que por ser fora do normal e um pouco chocante, não se gosta logo à primeira e precisa de tempo para "decantar". Daqui por uns anos eu revejo-o (porque merece) e já sei avaliar melhor. ●●●○○
A parte negativa advém directamente da positiva e a culpa é da (aparente) genialidade de Ben Wheatley. Este gajo parece ser mesmo bom, mas parece sofrer do mesmo defeito que já vi em muitos realizadores novos, que estão agora a aparecer: não sabem quando parar. O filme tem um visual bastante forte, mas perdura demasiado no tempo. Isto quer dizer o quê? Quer dizer que exagera no tratamento estético. Nunca deixa uma pessoas descansar os olhinhos. Todas as cenas são tão detalhadamente trabalhadas que acaba por se tornar cansativo. Está sempre num pico, falta-lhe alguma "normalidade". No início, ainda são aceitáveis, mas à medida que a história começa a descambar numa espiral de decadência e violência, torna-se quase insuportável. Fiquei com aquela sensação de estar a parar junto a um acidente e tentar sempre deixar de olhar, mas sem conseguir virar a cabeça. Ver High-Rise foi como estar a ver o desenrolar em câmara lenta de uma iminente catástrofe, cheia de belíssimas imagens de cores vibrantes até ao esperado final negro. Foi estranho. Foi verdadeiramente um mixed feeling...
Os actores são todos muitos bons: Jeremy Irons, Sienna Miller, Luke Evans, James Purefoy, mas especialmente o Tom Hiddleston, uma verdadeira surpresa. Para além da figura Marvel de irmão do Thor, nunca o tinha visto noutros papéis. Aqui está mesmo bem. Não imagino outro gajo neste papel.
A banda sonora também é muito boa, mas não consegue bater-se de igual para igual com a parte estética do filme, que diga-se é perfeita. No geral não há nada que falhe. A história é brilhante, subtilmente distópica, mas isso advém do próprio livro. Poderia ser melhor se fosse um bocado mais comedido visualmente, mas isso é apenas uma opinião pessoal.
High-Rise parece ser um daqueles filmes que por ser fora do normal e um pouco chocante, não se gosta logo à primeira e precisa de tempo para "decantar". Daqui por uns anos eu revejo-o (porque merece) e já sei avaliar melhor. ●●●○○
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Um bom filmito, este War Horse. Do mestre Steven Spielberg tambem não seria de esperar outra coisa. Na realidade, há pequenas coisas que falham. Está um bocadinho "esticado" demais e por vezes falta-lhe a intensidade que Spielberg emprega em todos os filmes. Se calhar o problema é associar o Spielberg ao Saving Private Ryan que colava as pessoas aos assentos, e este filme tem um tom totalmente diferente. Parece quase um filme familiar, como que a convidar os pais a levar as crianças ao cinema para lhes dar uma lição sobre a violência irracional da guerra e como o amor e amizade acabam por transcender todo esse mal. Talvez por isso mesmo, Jeremy Irvine, Peter Mullan, Emily Watson, Tom Hiddleston e Benedict Cumberbatch, todos estejam muito bem nos seus papéis, mas num inócuo "tom beje" de representação. Na verdade, apesar do tom (surpreendentemente) leve (para um filme passado na I Guerra Mundial), até gostei de War Horse. As poucas cenas de guerra estão verdadeiramente espectaculares e houve momentos muito bons, como quando numa cena, o cavalo fica emaranhado em arame farpado no meio de trincheiras. É um bom filmito. Para ver e rever daqui por uns anos. ●●●○○
Por vezes reparo em pormenores quotidianos estranhos. Uma coisa que reparei ultimamente é que quando alguém fala em ir jantar fora, toda a gente saca do telemóvel e vai logo consultar sites tipo Zomato (!?) e semelhantes e vai ver os reviews. Será bom? Será caro? Tem muita lista de espera? O que é que o resto do pessoal diz sobre o espaço? Qual é a pontuação?
Mas esta situação só se aplica aos restaurantes ditos "normais". Quando um gajo vai comer um hambúrguer ao McDonald's ou ao BurgerKing, ninguém vai consultar nada porque já sabe o que vai encontrar: é sempre a mesma coisa, com o mesmo aspecto, com o mesmo sabor, em todo o lado, a qualquer hora.
Thor: Ragnarok, de Taika Waititi, é um hamburger. É sempre a mesma coisa, com o mesmo aspecto, com o mesmo sabor, em todo o lado, a qualquer hora. Só que em vez de serem asinhas de frango panadas do KFC, são uns filmes da Marvel. É aqui que o caminho diverge. Para umas pessoas é exactamente aquilo que querem comer para sempre, porque é doce, salgado e saboroso e ainda por cima, acompanhado de uma Coca-Cola gelada, é a melhor refeição de sempre... Para outras pessoas, não é que seja desagradável de se saborear, mas o sabor é o mesmo de sempre, parece comida feita de plástico (ei! não fui eu que inventei o termo...), e conforme as pessoas, um bocadinho enjoativo no final... Pessoalmente, evito estas comidas "plásticas", porque simplesmente não estou habituado e depois porque fico sempre mal disposto: ando a arrotar a hambúrguer durante horas. Acho que o meu organismo não consegue digerir aquilo... Bem, mas chega de falar de comida de plástico... Ou então, não!
Apenas um recado para a Marvel. Antigamente, não passaria pela cabeça de ninguém, abrir uma casa de venda de hambúrgueres, quando havia McDonald's a 5 euros e até ofereciam uns brinqueditos de plástico para a criançada. Depois apareceram as casas de hambúrgueres "artesanais" (que é uma forma chique de dizer que são verdadeiros...), as pessoas aperceberam-se do sabor artificial do que andavam a comer e a McDonald's teve de implementar pequenos-almoços com a duração de um dia inteiro... e agora até andam a meter queijos diferentes, tipo o Brie para lhe poder chamar gourmet...
Chris Hemsworth e Tom Hiddleston são o hambúrguer e o molho insubstituíveis deste menu; a parte gourmet dá pelo nome de actores como Cate Blanchett, Idris Elba, Jeff Goldblum, Karl Urban, Mark Ruffalo, Anthony Hopkins e Benedict Cumberbatch... o resto tem o mesmo sabor de sempre: esquecível. Apesar das parecenças, uma das grandes diferenças entre estes filmes e a comida de plástico é que a junk food causa-me indisposição, enquanto que os filmes de plástico causam-me esquecimento... É o principal problema da massificação e industrialização do cinema: vi o filme há tão pouco tempo, mas mesmo assim, já se me varreu do cérebro. Não me lembro de quase nada... Só me vem à cabeça uma coisa: "cinema-de-plástico". ●○○○○
Mas esta situação só se aplica aos restaurantes ditos "normais". Quando um gajo vai comer um hambúrguer ao McDonald's ou ao BurgerKing, ninguém vai consultar nada porque já sabe o que vai encontrar: é sempre a mesma coisa, com o mesmo aspecto, com o mesmo sabor, em todo o lado, a qualquer hora.
Thor: Ragnarok, de Taika Waititi, é um hamburger. É sempre a mesma coisa, com o mesmo aspecto, com o mesmo sabor, em todo o lado, a qualquer hora. Só que em vez de serem asinhas de frango panadas do KFC, são uns filmes da Marvel. É aqui que o caminho diverge. Para umas pessoas é exactamente aquilo que querem comer para sempre, porque é doce, salgado e saboroso e ainda por cima, acompanhado de uma Coca-Cola gelada, é a melhor refeição de sempre... Para outras pessoas, não é que seja desagradável de se saborear, mas o sabor é o mesmo de sempre, parece comida feita de plástico (ei! não fui eu que inventei o termo...), e conforme as pessoas, um bocadinho enjoativo no final... Pessoalmente, evito estas comidas "plásticas", porque simplesmente não estou habituado e depois porque fico sempre mal disposto: ando a arrotar a hambúrguer durante horas. Acho que o meu organismo não consegue digerir aquilo... Bem, mas chega de falar de comida de plástico... Ou então, não!
Apenas um recado para a Marvel. Antigamente, não passaria pela cabeça de ninguém, abrir uma casa de venda de hambúrgueres, quando havia McDonald's a 5 euros e até ofereciam uns brinqueditos de plástico para a criançada. Depois apareceram as casas de hambúrgueres "artesanais" (que é uma forma chique de dizer que são verdadeiros...), as pessoas aperceberam-se do sabor artificial do que andavam a comer e a McDonald's teve de implementar pequenos-almoços com a duração de um dia inteiro... e agora até andam a meter queijos diferentes, tipo o Brie para lhe poder chamar gourmet...
Chris Hemsworth e Tom Hiddleston são o hambúrguer e o molho insubstituíveis deste menu; a parte gourmet dá pelo nome de actores como Cate Blanchett, Idris Elba, Jeff Goldblum, Karl Urban, Mark Ruffalo, Anthony Hopkins e Benedict Cumberbatch... o resto tem o mesmo sabor de sempre: esquecível. Apesar das parecenças, uma das grandes diferenças entre estes filmes e a comida de plástico é que a junk food causa-me indisposição, enquanto que os filmes de plástico causam-me esquecimento... É o principal problema da massificação e industrialização do cinema: vi o filme há tão pouco tempo, mas mesmo assim, já se me varreu do cérebro. Não me lembro de quase nada... Só me vem à cabeça uma coisa: "cinema-de-plástico". ●○○○○
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Continuação daqui...
Continuando a adaptação de BD's de sucesso da Marvel, chegou em 2011, Thor. Não é tão mau quando esperava, apesar de ser mais uma história plana, com bons de um lado e maus do outro. A mão de Kenneth Branagh nota-se, mas não consegue resolver todos os problemas inerentes a filmes de super-heróis. Custa-me um pouco criticar estes filmes, pois só imagino a trabalheira que é juntar um puzzle técnico de 150 milhões de dólares. Tecnicamente complexo não quer dizer que seja bom. Chris Hemsworth, que já li algures que é o homem mais sexy do mundo encabeça um elenco que se poderia chamar de luxo (Anthony Hopkins, Natalie Portman, Stellan Skarsgård e Idris Elba) se estivessem ali mesmo para representar e não para dar alguma credibilidade ao filme. O filme até é surpreendentemente melhor do que seria de esperar. Tem boas piadas e um ritmo descontraído. É entretenimento puro e duro e tem a história que toda a gente quer ver: o bom ganha no fim e o mau perde. Por acaso, o mau é irmão do bom e fica retido para a sequela à espera de boas vendas de bilheteira. Thor não tem nada de propriamente mau, mas não deixa de ser mais um filme de super-heróis que se vê e se esquece rapidamente... ●●○○○
Felizmente, para Tom Hiddleston - o actor que dá corpo a Loki, o irmão mau do Thor - as vendas de bilhetes foram um sucesso. Sendo assim, ele está de regresso para mais um incursão em Thor: The Dark World (2013), juntamente com grande parte do elenco do primeiro filme. Ainda bem, porque Hiddleston parece ser um bom actor apesar de nestes filmes andar sempre "disfarçado". a personagem dele perde outra vez no fim. Acho eu. Já não me lembro bem. Este filme consegue ser muito mais irrelevante que o primeiro, portanto tirando as explosões, os efeitos especiais caríssimos, as perseguições alucinantes e o martelo do Thor a voar, já nao me lembro de mais nada. Tem qualquer coisa a ver com um seres ancestrais e uma arma mitológica qualquer que... vai destruir a Terra. E não é sempre assim?... O Thor ganhou (como é óbvio), mas no final houve um problema qualquer com o irmão que se fez passar pelo pai. Foi tão memorável que já não me lembro do que aconteceu, mas sei que ficou com o final em aberto para um possível terceiro capítulo. Portanto, agora, é uma questão do estúdio fazer as contas e ver se deu lucro ou não... E não dá sempre?... ●○○○○
Continuando a adaptação de BD's de sucesso da Marvel, chegou em 2011, Thor. Não é tão mau quando esperava, apesar de ser mais uma história plana, com bons de um lado e maus do outro. A mão de Kenneth Branagh nota-se, mas não consegue resolver todos os problemas inerentes a filmes de super-heróis. Custa-me um pouco criticar estes filmes, pois só imagino a trabalheira que é juntar um puzzle técnico de 150 milhões de dólares. Tecnicamente complexo não quer dizer que seja bom. Chris Hemsworth, que já li algures que é o homem mais sexy do mundo encabeça um elenco que se poderia chamar de luxo (Anthony Hopkins, Natalie Portman, Stellan Skarsgård e Idris Elba) se estivessem ali mesmo para representar e não para dar alguma credibilidade ao filme. O filme até é surpreendentemente melhor do que seria de esperar. Tem boas piadas e um ritmo descontraído. É entretenimento puro e duro e tem a história que toda a gente quer ver: o bom ganha no fim e o mau perde. Por acaso, o mau é irmão do bom e fica retido para a sequela à espera de boas vendas de bilheteira. Thor não tem nada de propriamente mau, mas não deixa de ser mais um filme de super-heróis que se vê e se esquece rapidamente... ●●○○○
Felizmente, para Tom Hiddleston - o actor que dá corpo a Loki, o irmão mau do Thor - as vendas de bilhetes foram um sucesso. Sendo assim, ele está de regresso para mais um incursão em Thor: The Dark World (2013), juntamente com grande parte do elenco do primeiro filme. Ainda bem, porque Hiddleston parece ser um bom actor apesar de nestes filmes andar sempre "disfarçado". a personagem dele perde outra vez no fim. Acho eu. Já não me lembro bem. Este filme consegue ser muito mais irrelevante que o primeiro, portanto tirando as explosões, os efeitos especiais caríssimos, as perseguições alucinantes e o martelo do Thor a voar, já nao me lembro de mais nada. Tem qualquer coisa a ver com um seres ancestrais e uma arma mitológica qualquer que... vai destruir a Terra. E não é sempre assim?... O Thor ganhou (como é óbvio), mas no final houve um problema qualquer com o irmão que se fez passar pelo pai. Foi tão memorável que já não me lembro do que aconteceu, mas sei que ficou com o final em aberto para um possível terceiro capítulo. Portanto, agora, é uma questão do estúdio fazer as contas e ver se deu lucro ou não... E não dá sempre?... ●○○○○



