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A DC Comics não tem matéria prima suficiente para fazer filmes em condições. Esta é a dura realidade. Tem os dois melhores super-heróis de toda a banda desenhada (Superman e Batman), mas depois, tirando alguns vilões (tipo o Joker...) não tem mais nada que se aproveite. Daí que tenha que o pessoal da DC tenha que queimar os neurónios para tentar reunir personagens com alguma força para fazer uns filmitos e conseguir rivalizar com o gigantesco universo da Marvel.
O problema é que a DC Comics está sempre a dar tiros nos pés. Desta vez tentaram sacar um coelho da cartola... e o desfecho foi terem matado o coelho... e queimado gravemente os neurónios... O resultado é este Suicide Squad (realizado por David Ayer) que é simplesmente um insulto à inteligência. Não consigo ser mais simpático que isto. Não tem nada que se aproveite. Tirando a personagem da Harley Quinn (e é por causa da performance da Margot Robbie e não pela personagem em si), tudo é uma infantilidade que nem consigo exprimir-me correctamente. É que nem a figura do Joker se safa, e isso é mesmo difícil de conseguir... É muito mau...
Este filme deveria ser estudado nas universidades de tão mau que é. O argumento é infantil. Depois de apresentar as personagens, o resto do filme é um enorme corredor de porrada atá à cena final com o boss. É ridículo. Vamos lá a ver. O vilão é uma bruxa imortal (Cara Delevingne) com feitiços poderosos e que consegue desaparecer em fumo e efeitos especiais digitais. Também tem um irmão imortal que é um deus vivo que ninguém consegue derrotar. Nem com bazucas, nem com helicópteros, nem com tanques, nem com nada. Juntos querem-se vingar da humanidade por já não os adorarem como antigamente e decidem então criar uma máquina complexa que vai dizimar o planeta. Ninguém, nem nenhuma arma os consegue parar. Qual é então a solução da DC Comics? Ir buscar uns presos com particularidades de super-heróis... ou quase. Vejamos. Deadshot (Will Smith) adora armas e não falha um tiro. Harley Quinn (Margot Robbie) usa um bastão de madeira e roupas curtas. Killer Croc (Adewale Akinnuoye-Agbaje) é uma espécie de... crocodilo?? Captain Boomerang (Jai Courtney) tem umas faquinhas tipo boomerang?... e um unicórnio cor de rosa??? Katana (Karen Fukuhara) usa uma catana? e Diablo (Jay Hernandez)  tem o poder do fogo. Tirando este último gajo, o único com super-poderes, o que raios poderia esta gente fazer contra o poderio dos super-vilões? É um pouco estranho estar a discutir lógica num filme de super-heróis, mas tem de haver uma racionalidade mínima, senão para a próxima desencantam um bebé transparente com poderes de parar o tempo e distorcer o espaço, ou outra treta estúpida qualquer... Até porque na cena final, mesmo com todos os poderes deste mundo, os super-vilões decidem andar ao soco e ao pontapé, vá-se lá perceber porquê... E depois até gozam com a inconsistência dos acontecimentos quando a senhora (Viola Davis) que os recruta, depois de estar com coisas no cérebro, numa cena metafísica qualquer, de repente já aprece normal depois dos vilões serem derrotado com uma bomba... É estúpido. E o Joker (Jared Leto)? Está aqui nesta história, porquê? Qual é a relação? Tinham posto a figura no poster promocional e depois não sabiam o que lhe fazer? Não faz sentido nenhum... Este filme é estúpido. Não faz sentido nenhum. Nem consigo pensar direito... São duas horas a ver uma história infantil, desmiolada e sem nexo nenhum. Fico de boca aberta a ver estas coisas... ○○○○○

A Marvel tem muitos super-heróis. Tem uma panóplia aparentemente infindável de figuras que em princípio dá-lhes material para fazerem filmes para aí até ano de 2067. No entanto, este universo tem duas falhas primordiais que são propriedade dos seus arqui-inimigos da DC Comics.
A primeira é que não tem grande equilíbrio de poderes entre os super-vilões e os seus super-heróis. Têm sempre de inventar um ser qualquer vindo do espaço ou de outras dimensões, para pelo menos equivaler o poderio dos super-heróis. Logo à partida, isso é uma falha porque não há empatia possível, nem há hipótese de "dualizar" os super-vilões; são sempre seres vis que só querem a destruição total da humanidade. É um bocadinho infantil demais, até para coisas de super-heróis. Na mitologia clássica, as histórias perduram no tempo, porque mesmo os piores vilões têm algo que é humano, que permite algum tipo de empatia ou pelo menos de compreensão.
A outra grande falha do Universo Marvel é... não ter o Superman. O super-herói dos super-heróis. Tenho a certeza que se pudesse, a Marvel vendia três dúzias dos seus melhores heróis só para poder contar com o melhor, mais completo e mais complexo de todos os super-heróis que é o Superman. Como isso não é possível, a Marvel criou uma cópia. Neste caso, uma "Superman". Obviamente que nunca funcionou, não funciona e nunca irá funcionar porque... não é possível melhorar o original. O máximo que a Marvel se pode contentar é ficar os imensos lucros de fazer filmes com um sucedâneo. A DC Comics tem os melhores super-vilões e o melhor super-herói. A Marvel tem tudo o resto e a vantagem de ter uma equipa de produtores que conseguem fazer filmes (ligeiramente) melhores e mais rentáveis. Já não é mau. Não se pode ter tudo.
Dito isto, chega-se a Captain Marvel... que é mais um exemplo perfeito de um filme copy/paste da Marvel. O mesmo esquema narrativo, a mesma história de super-heróis, a mesma história de super-vilões... sempre tudo igual. É o que se costuma dizer: em equipa vencedora não se mexe. E também para quê? Afinal, os bolsos e os apetites dos fãs são infindáveis, não é verdade? Comem tudo o que lhes aparece à frente, portanto para quê mudar?...
Realizado pela dupla Anna Boden e Ryan Fleck com os actores Brie Larson, Samuel L. Jackson, Ben Mendelsohn, Jude Law, Annette Bening e Djimon Hounsou.
O que é que posso dizer mais, quando a única coisa que ecoa na minha cabeça é o som de pipocas a estalar?... Nada... ○○○

O piloto Hal Jordan é um desordeiro natural e vai contra todas as ordens, como é normal na caracterização dos anti-heróis. Tal como acontece nos filmes de super-heróis, Hal faz um achado que o leva a ter super-poderes, neste caso um anel verde. Podiam ter sido raios gama, uma aranha atómica ou outra coisa qualquer. Não interessa. O que interessa é que o herói, tal como todos os guiões de filmes de super-heróis, segue o mesmo padrão até ao final: herói ganha poderes; herói aprende a dominar poderes; o mau aparece mas já com poderes dominados; o herói não quer os poderes: o mau magoa os amigos do herói: o herói finalmente usa os poderes para matar o mau. O agora super-herói fica com a rapariga. Depois do filme acabar, o mau mexe um músculo do dedo mindinho para mostrar que o super-herói vai regressar para a sequela. Bem, na realidade, esta parte do dedo mindinho não está no filme. Sou só eu a dramatizar, mas costuma ser prática comum. 
Ryan Reynolds faz de Green Lantern e é obrigado a humilhar-se com aquela máscara ridícula. Não sei se foi por causa da máscara, mas Reynolds publicamente detestou e criticou o filme e isso nota-se. Nos dois Deadpool em que participou já são célebres as piadas auto-infligidas. Em termos dos outros actores, é um grande casting de bons nomes (Blake Lively, Peter Sarsgaard, Mark Strong, Tim Robbins entre outros), mas como sempre acontece neste tipo de filmes, estão todos em serviços mínimos. O actor principal é a acção, os secundários são os efeitos especiais.
Na cadeira do realizador esteve Martin Campbell, um gajo que até admiro por ter feito, por exemplo, o Casino Royale (talvez um dos melhores James Bond...) Mas o que dizer aqui? Não sei responder. Não estava à vontade no género de filme de super-heróis? Terá sido o tal problema on set com o Ryan Reynolds? Interferência do estúdio no cut final? Faltou-lhe a inspiração? É uma dúvida que vai permanecer...
Green Lantern é igual a tudo o resto no mundo dos filmes de super-heróis. A história e o desfecho são iguais aos outros. Tudo é igual e previsível. É absolutamente maçador. ●○○○○

Os filmes de animação do género Pixar/Disney e afins são para mim como o género gore: já chega. Já vi o suficiente. É quase sempre igual e ainda por cima saem sete filmes de animação por dia para acompanhar a actual voracidade de conteúdos das crianças. Por isso, hoje em dia, dificilmente vejo um filme destes géneros. Mas volta e meia, por um motivo qualquer, lá vejo um filmito destes. Desta vez, a fava que me calhou foi o Despicable Me, de Pierre Coffin e Chris Renaud, com as vozes de Steve Carell, Jason Segel, Russell Brand e Julie Andrews. Conhecia o filme de nome, mas nunca o tinha visto e nem fazia intenção de o ver. Então porque é que o fiz? Porque há pouco tempo descobri que aquelas simpáticas criaturinhas amarelas com um dialecto indecifrável chamadas de Minions, afinal não tinham o seu próprio filme, mas tinham aparecido originalmente aqui! Isto apenas revela o meu total conhecimento do mundo dos desenhos animados actuais. Acho que os Minions são adoráveis e super cómicos... se tivesse 7 anos. Se calhar sou eu que sou demasiado como a personagem principal e sou naturalmente mal disposto, mas para mim, ver um filme destes é penoso. Penoso. Não acho piada nenhuma a isto. O máximo que consegui foi sorrir numa ou outra cena. Mas percebo que para a miudagem deve ser uma "barrigada" de riso. Contrariamente a outros filmes do género que têm muitas piadas "escondidas" para adultos, este Despicable Me parece mesmo exclusivamente vocacionado para a criançada. Apesar de estar bem feito e bem escrito, dificilmente verei os outros dois... ●○○○○
[PS: o miúdo de 7 anos que ainda "vive" dentro de mim dá-lhe ●●●○○, mas acrescenta que "gosta muito mais de mortos-vivos, "dinossáurios" e os carros que falam"...]

O universo de super-heróis no cinema não consegue deixar de me surpreender. Há pouco tempo vi Ant-Man e a única coisa que me passava pela cabeça era: "quem?". Como já devo ter dito mil vezes, não sou um grande fã de Marvel, daí que só conheça os super-heróis principais, mas o Ant-Man?! Nunca na vida tinha ouvido falar deste super-herói. Ainda assim o filme podia ser bom... mas não é o caso. Apesar de estar muito bem realizado pelo Jon Favreau e estar repleto de espectaculares efeitos especiais, já sofro daquele cansaço agudo de filmes de mutantes/pessoal com poderes e/ou parafernália que dá força extra-humana.
Ant-Man (Paul Rudd) é um super-herói que diminui de tamanho graças a um fato especial, ganha super-força e tem como "ajudantes" uma colónia de formigas (ou vespas... ou serão todos os insectos?!). O super-vilão já nem me lembro quem era, mas como qualquer super-vilão da Marvel, queria vingança e destruir o mundo. O que me mais há para dizer?
É um daqueles filmes: quando se está a ver até que é fixe, mas 10 minutos depois de acabar já se me varreu completamente do cérebro. É fraquinho. A coisa mais relevante do filme é a presença do Michael Douglas. ●○○○○

Continuação daqui...

Bem, vamos lá a despachar isto. É assim que estes filmes têm de ser encarados. Como tirar um penso rapidamente para não doer tanto. Primeiro, Daredevil (2003). Advogado cego, transformado em super-herói que combate criminosos. Oportunidade única para ver Ben Affleck a usar uma fatiota de cabedal ridícula e Colin Farrell a fazer de criminoso com uma marca ridícula na testa. ●○○○○



Segundo: O sucesso de Michelle Pfeiffer como Catwoman em Batman Returns, foi tão grande que deu origem a um filme autónomo. O resultado é um desastre digital chamado Catwoman (2004). É pena, porque tinha tudo para resultar bem. O realizador é Pitof, homem dos efeitos especiais de Marc Caro e Jean-Pierre Jeunet (Delicatessen e Alien: Resurrection, por exemplo) e também realizador do excepcional Vidocq. Como Catwoman foi escolhida Halle Berry e como super-vilã, Sharon Stone. Parece tudo perfeito. Mas infelizmente, o filme resume-se a massacrar os orgãos visuais com efeitos digitais onde tudo parece plastificado ou um jogo de computador e a mostrar durante o maior tempo possível Halle Berry de roupa interior de cabedal. E já me esqueci onde entra Sharon Stone para além do cartaz e do trailer. É uma verdadeira incógnita como é que uma tão boa conjugação de factores dá origem a um filme tão miserável. ●○○○○



Por fim, Elektra (2005). Um filme que consegue apresentar todos os clichés dos (piores) filmes de acção. A rapariga jeitosa (Jennifer Garner) que quase morre, mas que regressa anos mais tarde - com treino de artes marciais, é claro - para se vingar. Tem uns toques de algo sobrenatural, mas é mesmo só para ter hipótese de colocar efeitos digitais no trailer. Assim como colocar Garner com roupas apertadas e sexys. Não tem qualquer implicação no desenrolar da história. É monótono, entediante, enfadonho, repetitivo e... não me consigo lembrar de mais adjectivos semelhantes. Horrível. ●○○○○

Continuação daqui...

Continuando a adaptação de BD's de sucesso da Marvel, chegou em 2011, Thor. Não é tão mau quando esperava, apesar de ser mais uma história plana, com bons de um lado e maus do outro. A mão de Kenneth Branagh nota-se, mas não consegue resolver todos os problemas inerentes a filmes de super-heróis. Custa-me um pouco criticar estes filmes, pois só imagino a trabalheira que é juntar um puzzle técnico de 150 milhões de dólares. Tecnicamente complexo não quer dizer que seja bom. Chris Hemsworth, que já li algures que é o homem mais sexy do mundo encabeça um elenco que se poderia chamar de luxo (Anthony Hopkins, Natalie Portman, Stellan Skarsgård e Idris Elba) se estivessem ali mesmo para representar e não para dar alguma credibilidade ao filme. O filme até é surpreendentemente melhor do que seria de esperar. Tem boas piadas e um ritmo descontraído. É entretenimento puro e duro e tem a história que toda a gente quer ver: o bom ganha no fim e o mau perde. Por acaso, o mau é irmão do bom e fica retido para a sequela à espera de boas vendas de bilheteira. Thor não tem nada de propriamente mau, mas não deixa de ser mais um filme de super-heróis que se vê e se esquece rapidamente... ●●○○○



Felizmente, para Tom Hiddleston - o actor que dá corpo a Loki, o irmão mau do Thor - as vendas de bilhetes foram um sucesso. Sendo assim, ele está de regresso para mais um incursão em Thor: The Dark World (2013), juntamente com grande parte do elenco do primeiro filme. Ainda bem, porque Hiddleston parece ser um bom actor apesar de nestes filmes andar sempre "disfarçado". a personagem dele perde outra vez no fim. Acho eu. Já não me lembro bem. Este filme consegue ser muito mais irrelevante que o primeiro, portanto tirando as explosões, os efeitos especiais caríssimos, as perseguições alucinantes e o martelo do Thor a voar, já nao me lembro de mais nada. Tem qualquer coisa a ver com um seres ancestrais e uma arma mitológica qualquer que... vai destruir a Terra. E não é sempre assim?... O Thor ganhou (como é óbvio), mas no final houve um problema qualquer com o irmão que se fez passar pelo pai. Foi tão memorável que já não me lembro do que aconteceu, mas sei que ficou com o final em aberto para um possível terceiro capítulo. Portanto, agora, é uma questão do estúdio fazer as contas e ver se deu lucro ou não... E não dá sempre?... ●○○○○

O que está na moda são os filmes de super-heróis. Depois do sucesso das bandas desenhadas, o cinema (re)descobriu todo o potencial dos super-heróis. Pudera. Enquanto houver teenagers com dinheiro para comprar bilhetes, é uma moda que não acabará tão cedo. Mas não é um fenómeno novo. Isto começou há umas décadas atrás e depois morreu. Aparentemente o público fartou-se do género. Ou então fartou-se da autêntica avalanche de filmes que são lançados. Nesta equação, também entra obviamente a fraquíssima qualidade da maior parte dos antigos filmes. A excepção mais visível é sem dúvida o Superman (com Christopher Reeve e Gene Hackman). E para provar a teoria que estes filmes são "usados" até à exaustão, foi sendo sucessivamente "assassinada" com filmes cada vez piores.
Para mim, o ressurgimento dos super-heróis e o ponto de viragem, foi quando Tim Burton pegou no Batman nos anos 90 (mais correctamente, em 1989) e se percebeu que filmes adaptados da BD até podiam ser bons e bem feitos. E a nova capacidade (quase) ilimitada dos efeitos especiais digitais também veio dar um grande empurrão. Depois apareceram os X-Men (filmes quase sempre bem feitos e com bons elencos). A partir daí, nunca mais parou. E, voltamos novamente à estaca da "avalanche"...
Um dos problemas que tenho com o blog, é a falta de tempo para escrever. Os filmes de super-heróis resolvem uma boa parte desse problema. Não há muito a dizer sobre estes filmes. São sempre iguais.
Os heróis já são hiper conhecidos das BD's por isso nem é preciso "criar" a personagem. As histórias são inevitavelmente as mesmas: bons de um lado, maus do outro; os bons e os maus disputam algo que pode destruir o planeta e/ou a humanidade; bons e maus confrontam-se; quando os maus estiverem quase, quase a ganhar a contenda, os bons dão a volta ao assunto e ganham no fim; os maus perdem, mas ficam em suspenso para uma possível sequela se o primeiro tiver sucesso nas bilheteiras. No caso do super-vilão morrer, no próximo filme aparece um outro super-vilão. É isto. Nos próximos tempos, irei debruçar-me sobre a tonelada de filmes com super-heróis que monopolizam as salas de cinema.

O primeiro Fantastic Four saiu em 2005. Como é o primeiro filme, tem de se mostrar como os super-heróis ganham os seus super-poderes. E com isto lá vai metade do filme. O super-vilão aparece (Dr. Doom) e ameaça o mundo. Os super-heróis salvam o mundo. O Dr. Doom fica em suspenso para a sequela. Fim.
É um filme para ver ao sábado de tarde. ●○○○○



O segundo filme da série, Fantastic Four: Rise of the Silver Surfer chegou às salas de cinema em 2007. Aparece o Surfista Prateado que é o capataz de Galactus (aqui aparece como um fumo preto colossal do tamanho de meio universo, que devora mundos em segundos, mas que no final deste filme demora uma eternidade para chegar da Lua à Terra). O Dr. Doom regressa, alia-se ao mau principal e ameaça o mundo. Os super-heróis ganham quase, quase no fim. Os maus desaparecem em fumo e presume-se que regressam na (possível) sequela. E é isto. É um filme para ver ao domingo de tarde. ●○○○○



CONTINUA...
 
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